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	<title>Crise e Dinheiro &#187; REFLEXÕES</title>
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	<description>Gestão, Carreiras, Dinheiro, Rentabilizar a vida, e muito mais....</description>
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		<title>O Futuro Demográfico de Portugal e o Impacto na Economia</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 11:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANÁLISES]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[REFLEXÕES]]></category>
		<category><![CDATA[relexões]]></category>

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		<description><![CDATA[A demografia é provavelmente um dos factores que mais impacto tem numa economia. No entanto, à medida que os países em desenvolvimento continuam a contribuir para o crescimento demográfico (e hoje são já mais de sete mil milhões as pessoas que existem à face da terra), os países mais desenvolvidos, entre os quais se encontra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2012/01/o-futuro-demografico-de-portugal-e-o-impacto-na-economia/" title="Permanent link to O Futuro Demográfico de Portugal e o Impacto na Economia"><img class="post_image alignleft remove_bottom_margin frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2012/01/demografia-e-economia.jpg" width="224" height="144" alt="Post image for O Futuro Demográfico de Portugal e o Impacto na Economia" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>A demografia é provavelmente um dos factores que mais impacto tem numa economia</strong>. No entanto, à medida que os países em desenvolvimento continuam a contribuir para o crescimento demográfico (e hoje são já mais de sete mil milhões as pessoas que existem à face da terra), os países mais desenvolvidos, entre os quais se encontra Portugal, estagnaram no seu crescimento. O que acontece é que a natalidade tem vindo a diminuir e a esperança média de vida tem vindo a aumentar, o que tem conduzido ao envelhecimento da população.</p>
<p style="text-align: justify;">Este envelhecimento da população tem vindo a gerar alguns problemas económicos, em grande parte devido às políticas sociais que foram sendo seguidas ao longo das últimas décadas.. Infelizmente, muitas das pessoas que hoje recebem uma reforma, ainda que pequena, como sustentam quase todas as pessoas, praticamente não descontaram o suficiente para a Segurança Social, de modo que, o dinheiro que recebem hoje não resulta daquilo que descontaram ao longo dos anos, mas sim daquilo que os trabalhadores atuais descontam.</p>
<p style="text-align: justify;">Não bastasse isso, também é certo que o número de desempregados em Portugal também vem a crescer de dia para dia e o <a title="Como ser empreendedor de sucesso" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/01/como-ser-empreendedor-de-sucesso/">empreendedorismo português </a>não é tão elevado como se gostaria. São também muitos aqueles que trabalham por conta própria, fazendo uns “biscates” aqui e ali, mas que não fazem descontos. Assim, visto que a sua declaração de rendimentos é baixa, o Estado continua a dar-lhes subsídios e cada vez mais benefícios que fazem com que muitos nunca queiram fazer descontos para o Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente, temos que ser justos e referir que há muitas pessoas que não têm condições para trabalhar e que realmente precisam de ajuda. Mas o que é certo é que as ajudas dadas a esses são muitas vezes insuficientes porque o dinheiro do Estado não chega para tudo e há muita gente a receber subsídios que não os deveria receber.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Existe solução?</h2>
<p style="text-align: justify;">O problema base coloca-se ao nível da Educação Cívica em Portugal. As pessoas precisam começar a aprender desde bem cedo que, se não forem cidadãos responsáveis, mais cedo ou mais tarde a necessidade também lhes poderá bater à porta e eles não terão o que comer. Com um país em que não existe esta mentalidade, é muito difícil haver um crescimento sustentado da economia.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, este problema tende a agravar-se porque, ao passo que a população portuguesa está praticamente estagnada, não tardará o início da diminuição demográfica no nosso país. Se quem hoje desconta está a pagar as reformas e subsídios de hoje, e com o número de jovens a ser cada vez menor, quem pagará as carências económicas e sociais dos “velhos” do futuro?</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, o ideal seria um estado que tivesse a capacidade de dar um murro na mesa, de deixar de favorecer os ricos e os “amigos” e que realmente optasse pela justiça social. Um governo que investisse na fiscalização, não só ao nível das finanças, que é o que todos fazem, mas também de todos aqueles que recebem subsídios, sendo que cerca de 50% desses subsídios são indevidos.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira coisa a fazer para resolver os problemas económicos do país seria sempre pagar as dívidas ao estrangeiro. Depois disso, a fixação do défice em 0%, ou muito próximo disso, seria garantia de dependermos de nós mesmos. Só depois disso se poderia olhar para o futuro com alguma esperança ao nível económico.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema é que não se combate uma crise económica asfixiando a economia. Senão vejamos: só haverá retoma económica quando houver mais dinheiro a circular, e não apenas aumentando as receitas em detrimento do investimento a vários níveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o Estado investir hoje na Educação, na formação, e no apoio ao aumento da natalidade dos portugueses… Se conseguir inculcar nas cabecinhas dos mais pequenos a necessidade de serem cidadãos responsáveis… Talvez no futuro, quando este país for um país de idosos, a vida consiga ser melhor para todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, se não houver um incremento da natalidade inserido numa política sustentada de desenvolvimento, ficará sempre no ar a pergunta: <strong>Quem pagará as nossas reformas daqui a uns anos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até lá, continuamos a ter que conviver com a triste constatação de que a nossa reforma só irá depender de nós, e do<a title="9 dicas para controlar o seu dinheiro" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/01/9-dicas-para-controlar-o-seu-dinheiro/"> dinheiro que  conseguirmos poupar</a>  até lá.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E vocês, o que pensam disto? Deixem o vosso comentário e participem na discussão.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até Breve!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>A evolução do projecto Crise e Dinheiro para 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 00:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[BLOGGING]]></category>
		<category><![CDATA[REFLEXÕES]]></category>
		<category><![CDATA[SER EMPREENDEDOR]]></category>
		<category><![CDATA[ser empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[A evolução de qualquer projecto, é algo que é mais ou menos natural e muitas vezes acaba até por nos ultrapassar. Serve isto para dizer que O Crise e Dinheiro está em processo de mudança, bem neste caso trata-se mais de uma reestruturação visual, de navegação e de conteúdos. Se isto fosse um programa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2012/01/a-evolucao-do-projecto-crise-e-dinheiro-para-2012/" title="Permanent link to A evolução do projecto Crise e Dinheiro para 2012"><img class="post_image alignnone frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2012/01/evolução.jpg" width="230" height="219" alt="Post image for A evolução do projecto Crise e Dinheiro para 2012" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">A evolução de qualquer projecto, é algo que é mais ou menos natural e muitas vezes acaba até por nos ultrapassar. Serve isto para dizer que O Crise e Dinheiro está em processo de mudança, bem neste caso trata-se mais de uma reestruturação visual, de navegação e de conteúdos. Se isto fosse um programa de televisão seria algo do género do &#8220;extreme Makeover&#8221;, ou se preferirem um &#8220;Querida mudei &#8230; o Blogue!&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O actual layout do Crise e Dinheiro, já tem neste momento 2 anos, e se bem que a mudança de visual do blogue já era um projecto que estava planeada para ser realizada em 2011, mas devido às habituais desculpas tais como: falta de tempo, conhecimento, vontade, mudança de continente,&#8230;. bem já perceberam a ideia, certo?</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer forma, e como alguns dos leitores já me foram avisando, já devem ter reparado que por vezes o blogue aparece um pouco &#8220;desalinhado&#8221;, bem isso deve-se a alguns testes que se estão a fazer para a alteração do layout. De qualquer forma o meu obrigado aos leitores que me contactaram por email quando verificaram estas situações.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, queria também aproveitar este artigo, para tentar explicar algumas das mudanças e novidades que estão neste momento a ser preparadas, mas antes disso, queria deixar aqui um bocado da história do Crise e Dinheiro.</p>
<h2 style="text-align: justify;">1 &#8211; O nascimento do Crise e Dinheiro</h2>
<p style="text-align: justify;">O nascimento do Blogue Crise e Dinheiro, foi um projecto que foi sendo pensado durante alguns meses no ano de 2008. Após umas visitas quase diárias ao blogue do Custódio o <a href="http://dinheirooportunidade.com" target="_blank">Dinheiro Oportunidade</a> também chamado de o Blog do Dinheiro, e ao blogue do Paulo Faustino o<a href="http://www.escoladinheiro.com" target="_blank"> EscolaDinheiro</a> (na altura ainda se chamava Fique-rico) fui começando a amadurecer a ideia de criar um blogue com domínio próprio, sem ter que depender dos sites gratuitos, que era onde já me divertia a escrever umas coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem resumindo cerca de 3 meses de pesquisa, no dia 5 de Agosto de 2008, o Crise e Dinheiro, lá fez a sua aparição ao mundo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2 &#8211; O Porquê do Nome Crise e Dinheiro</h2>
<p style="text-align: justify;">Na altura e depois de muita indecisão sobre qual seria o tema do blogue, optei por Crise e Dinheiro, porque a ideia era falar sobre formas de ganhar dinheiro, rentabilizar ideias, projectos, e falar também de formas de superar as crises, fossem elas pessoais, ou como é o caso actual de crises sociais e financeiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, e por defeito profissional, sempre me fui habituando a lidar com crises no local de trabalho, daí que o nome do blogue tentasse reflectir algo com que me identificasse.</p>
<h2 style="text-align: justify;">3 &#8211; O objectivo do Crise e Dinheiro</h2>
<p style="text-align: justify;">Traçar objectivos pode ser complicado, e num dos artigos iniciais do blogue falei precisamente sobre como <a title="Como estabelecer Objectivos eficazes" href="http://www.criseedinheiro.com/2008/11/como-estabelecer-objectivos-eficazes/">Como Estabelecer objectivos eficazes</a>, e além do prazer em poder escrever sobre temas de que gosto, havia também um objectivo de ganhar dinheiro com o blogue. Confesso que na altura achava um bocado estranho como é que se podia ganhar dinheiro com um blogue, mas lá fui experimentando algumas das ideias e dicas que ia lendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual não foi o meu espanto quando ao fim de 3 meses o que tinha gasto em alojamento e domínio já estava recuperado e <strong>já estava a ganhar dinheiro com o blogue!</strong> Nada de transcendente, mas ainda assim constituiu um forte incentivo para continuar o projecto do Crise e Dinheiro.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; Um percurso acidentado</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Bem, como tudo na vida, nada se consegue sem esforço. E a verdade é que nestes 3 anos e meio nem sempre tudo correu como desejava. O Crise e Dinheiro, foi por várias vezes a prova de que a <a title="A lei de Murphy e o Crise e Dinheiro" href="http://www.criseedinheiro.com/2011/01/a-lei-de-murphy-e-o-crise-e-dinheiro/">Lei de Murphy</a> acontece. E quando não eram os &#8220;problemas técnicos&#8221; era a vida profissional e pessoal que obrigava a não conseguir investir tanto tempo como seria de desejar no projecto do Blogue.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2012/01/empreendedor.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2899" title="empreendedor" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2012/01/empreendedor.jpg" alt="" width="392" height="183" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">5 &#8211; As recompensas ao longo do caminho</h2>
<p style="text-align: justify;">Contudo, e apesar dos contratempos, confesso que é extremamente agradável quando vemos o nosso trabalho reconhecido. Nestes 3 anos e meio, alguns dos artigos do Crise e Dinheiro, já serviram para estudantes universitários fazerem os seus trabalhos de investigação, já fui citado na revista Visão (em Portugal), já fui citado num congresso de Sociologia no Brasil, convidado para escrever um livro sobre os temas do blogue, entre outras. Há e como não podia deixar de ser, consegui ir de <a title="Férias e escapadinhas baratas" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/01/ferias-e-escapadinhas-baratas/" target="_blank">férias</a> com o dinheiro que ia ganhando com o blogue!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, e acima de tudo, das principais recompensas foram as trocas de experiências com outros bloggers, e a amizade que se foi criando com alguns deles. Alguns entretanto  abandonaram os seus projectos, mas outros ainda por cá continuam como é o caso do <a href="http://investidor.pt" target="_blank">Nuno do Investidor.pt</a> , do João do<a href="http://www.webmarketingpt.com" target="_blank"> WebmarketingPT,</a> do Estevão do <a href="http://www.infodinheiro.com" target="_blank">Infodinheiro</a>, do<a href="http://www.ruicruz.pt" target="_blank"> Rui Cruz</a>, e de muitos mais que espero que me perdoem por não os referir aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Há ainda uma referência que não podeia deixar de ser feita aqui que é à <a href="http://www.dominio-lda.com/25-xpt.htm" target="_blank">Dominio,lda</a>  que sempre foi um dos patrocinadores do Blogue com a atribuição do software de gestão <a href="http://www.dominio-lda.com/25-xpt.htm" target="_blank">Gescontas</a> aos leitores do Crise e Dinheiro.</p>
<h2 style="text-align: justify;">6 &#8211; A evolução</h2>
<p style="text-align: justify;">Bom, como este artigo já vai longo, vamos então ao que espera o Crise e Dinheiro em 2012. Assim:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A primeira evolução</strong> a ser implementada será o novo layout do blogue, que deverá estar concluída, o mais tardar, durante a primeira semana do mês de Fevereiro. O Crise e Dinheiro terá uma nova imagem, uma navegação mais intuitiva, uma maior integração com as redes sociais, entre outras novidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A segunda evolução</strong>, será a criação de novas categorias de conteúdos, diversificando assim a oferta de artigos para os leitores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A terceira evolução</strong> será (finalmente) a criação de um ebook!</p>
<p style="text-align: justify;">E há ainda mais umas surpresas na calha, mas que <strong>serão reservadas apenas aos assinantes por email</strong> do Crise e Dinheiro, como uma forma de recompensa, já que alguns já acompanham o blogue desde quase a primeira hora online&#8230;. E é também uma forma de agradecer aos assinantes, e de premiar a sua fidelização ao Blogue.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bom, e como este blogue não sbreviveria sem os seus leitores, queria pedir as vossas opiniões sobre mais evoluções que gostassem para o Crise e Dinheiro. Por isso deixem o vosso comentário e ajudem com as vossas opiniões.</strong></p>
<p>Até Breve!</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Crónica de um (bom) malandro!</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 10:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANÁLISES]]></category>
		<category><![CDATA[REFLEXÕES]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o início de um novo ano, fazem-se sempre muitos desejos de felicidade. Assim também aqui no Crise e Dinheiro se assinalam esses mesmos votos de sucesso para 2012. No entanto para que a memória não seja curta, gostava de deixar aqui a história (crónica) de algo a que assisti (como muitos outros portugueses) de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2012/01/cronica-de-um-bom-malandro/" title="Permanent link to Crónica de um (bom) malandro!"><img class="post_image alignleft frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2011/12/rua-dos-enganos-e1325619778788.gif" width="150" height="112" alt="rua dos enganos" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Com o início de um novo ano, fazem-se sempre muitos desejos de felicidade. Assim também aqui no <strong>Crise e Dinheiro</strong> se assinalam esses mesmos <strong>votos de sucesso para 2012</strong>. No entanto para que a memória não seja curta, gostava de deixar aqui a história (crónica) de algo a que assisti (como muitos outros portugueses) de perto.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, queria aqui deixar uma pequena história sobre “um bom malandro” (passe a expressão) que se começa a aperceber do buraco onde caiu, e que precisa da ajuda de todos para conseguir sair de lá.</p>
<p style="text-align: justify;">A história podia perfeitamente começar assim:</p>
<p style="text-align: justify;">Era uma vez um País com muitos anos de história, com um território pequeno, mas muito bonito, localizado á beira-mar e repleto de contrastes (com montanhas e zonas verdes a norte e planícies solarengas a sul). Não era um país rico, longe disso. Mas os habitantes tinham muito orgulho na sua história, nos seus poetas, nas belezas naturais e nos produtos tradicionais (caso do afamado vinho ou da cortiça onde eram líderes mundiais). O país aderiu a uma espécie de clube de ricos que lhe ofereceu elevadas somas de dinheiro (grande parte foi gasto em estradas, através das quais os países Àricos escoavam as suas exportações) e exigindo à população que deixasse de trabalhar na agricultura ou nas pescas (que concorria com as deles) e se dedicasse aos serviços como os bancos, telecomunicações ou turismo (pois o país era muito apreciado para as férias dos membros desse clube).</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto a indústria do país ia definhando.<strong> Os salários tinham aumentado muito e as multinacionais que entretanto se tinham instalado no país</strong> (tido como um caso de sucesso no clube dos ricos) rumaram a outras paragens mais a norte. Para agravar a situação, alguns produtos onde o país tinha sucesso e tradições (como o vestuário e do calçado) passaram a sofrer a concorrência agressiva de países longínquos (onde se trabalhava muito mais e se recebia muito menos).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas os habitantes não pareciam estar muito preocupados com o assunto.<strong> Deslumbrados com o dinheiro, passaram a consumir cada vez mais (todos mudaram de casa, automóvel e electrodomésticos, pagos através de “suaves” prestações bancárias</strong> e ganharam o estranho hábito de passar os fins-de-semana em visitas e compras nos hipermercados e centros comercias (que entretanto floresceram como cogumelos).</p>
<p style="text-align: justify;">Os mais deslumbrados de todos eram os governantes. Assim que eram eleitos a primeira coisa que faziam era contratar funcionários (os lugares mais bem pagos eram destinados aos seus colegas e amigos). Apesar de todos os anos chegarem milhares de novos funcionários, os antigos também ficavam (segundo as leis do trabalho do país, não podiam ser despedidos).<strong> Os salários não eram brilhantes, mas os empregos eram estáveis e proporcionavam acesso a cuidados de saúde gratuitos, promoções automáticas</strong> (bastava uns anos na mesma categoria) e a uma reforma no final da carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de anos a fio desta política, o número de funcionários, espalhados pelos mais diversos organismos entretanto criados (os governantes tinham imenso talento para criar novos nomes para as mesmas entidades) atingiu proporções épicas, No entanto, isso não significava um melhor serviço às populações. Grande parte do investimento ser- via apenas para pagar salários, não chegando aos seus destinatários finais.</p>
<p style="text-align: justify;">O país era dos que mais investia na saúde, mas os habitantes queixavam-se de ser maltratados nos hospitais (ah sim, a classe dos médicos exigia que só os alunos com 20 valores podiam entrar na universidade pelo que o país foi forçado a importar especialistas). Apesar do número de alunos decrescer (os habitantes passaram a ter cada vez menos filhos) os professores aumentavam. Outras áreas como a justiça ou a protecção ao meio ambiente também funcionavam muito mal.<strong> Os governantes tinham uma particular obsessão pelas obras</strong> (desde rotundas, às auto-estradas e aos estádios de futebol) que custavam sempre muito mais do que se previa inicialmente. As coisas pareciam estar cada vez mais complicadas (o dinheiro do clube dos ricos já tinha acabado há alguns anos). O seu governante mais recente, sempre positivo e confiante, era muito bom a fazer discursos e os habitantes lá iam acreditando que melhores dias viriam.</p>
<p style="text-align: justify;">Só que o país estava cada vez endividado e os habitantes cada vez mais pobres. Os governantes poderiam ter aproveitado a oportunidade para dar o exemplo e reduzir o número de empresas públicas (a maioria dava prejuízos desastrosos) ou de funcionários (que poderiam, se devidamente apoiados, criar novos negócios e dinamizar a economia). Mas como receavam os seus protestos (que, no passado, já tinham custado a queda de alguns governos) eles preferiram seguir a receita do costume: cobrar ainda mais impostos às mesmas pessoas (ou seja, à classe média, justamente aquela que está a subir nos países que mais crescem hoje no mundo). Os credores, por seu lado, começaram <strong>a duvidar que as dividas alguma vez fossem pagas e pediram juros cada vez mais altos</strong>. Desesperados os governantes tiveram de pedir socorro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> A ajuda veio agora, mas teme-se que seja tarde de mais. Irá o doente morrer da cura?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Nota:</strong> como devem ter percebido trata-se da história recente de Portugal. Aprender com os erros do passado deve servir para evitar erros no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Até breve!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Controlar o stress está ao alcance de todos</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2011/01/controlar-o-stress-esta-ao-alcance-de-todos/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 10:20:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANÁLISES]]></category>
		<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[REFLEXÕES]]></category>
		<category><![CDATA[TRABALHO]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprender a controlar o stress não é complicado, basta apenas seguir algumas regras básicas  para conseguirmos tornar  a nossa vida bastante mais simples. Usamos muitas vezes a expressão “ando num stress” quando na verdade a principal causa para isto tem muito mais a ver com factores internos, do que com as solicitações a que respondemos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2011/01/controlar-o-stress-esta-ao-alcance-de-todos/" title="Permanent link to Controlar o stress está ao alcance de todos"><img class="post_image aligncenter frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2011/01/stress1.jpg" width="225" height="224" alt="Post image for Controlar o stress está ao alcance de todos" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aprender a controlar o stress não é complicado,</strong> basta apenas seguir algumas regras básicas  para conseguirmos tornar  a nossa vida bastante mais simples. Usamos muitas vezes a expressão “<em>ando num stress</em>” quando na verdade a principal causa para isto tem muito mais a ver com factores internos, do que com as solicitações a que respondemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprender a minimizar os estragos que o stress causa ao nosso bem-estar, é algo que nos devemos esforçar por fazer de uma forma contínua, para assim evitarmos as crises de stress.</p>
<p style="text-align: justify;">Se pensarmos no stress como uma fórmula iremos encontrar algo deste género:</p>
<p class="alert" style="text-align: justify;"><strong>STRESS = + SOLICITAÇÕES – PRESTAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, quantas mais solicitações tivermos menos prestação iremos conseguir nas nossas actividades que precisamos de fazer.  Chegamos assim ao “<em>estado stressante</em>” o que no limite nos levará ao esgotamento e depressão, porque achamos que não somos capazes de fazer nada direito, e que não temos tempo para nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, por outro lado, há quem considere que precisa da sua dose de adrenalina, provocada pelo stress, para conseguir ser produtivo, eficaz e sentir-se competitivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos então analisar algumas estratégias, que só dependem de nós, para conseguirmos de uma forma eficaz enfrentar e resolver as crises de stress a que (achamos) estamos expostos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">1 – Reconhecer qual a Causa</h3>
<p style="text-align: justify;">Como já vimos o stress não nasce por si só, existe algo que o provoca. Assim é da maior importância que consigamos fazer uma análise e perceber o que nos está a provocar reacções anormais face a um de terminado problema.</p>
<p style="text-align: justify;">É também importante perceber se estas causas são internas e dependem apenas de nós, ou se são externas e têm a ver com o excesso de solicitações.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>2 – Traçar um plano de combate</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Como tem sido aqui falado, a organização da nossa vida (pessoal e profissional) ocupa um lugar destacado para nos permitir ter mais qualidade no que fazemos. Por isso vale mais a pena ser realista sobre o que conseguimos fazer e cumprir com o que nos estabelecemos, do que andar sempre em esforço e depois não conseguir resolver nada, ou adiarmos constantemente os nossos afazeres. Afinal de nada nos serve andarmos sempre stressados.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3 – Pedir ajuda não é sinónimo de fracasso</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Quando nos sentimos stressados, não adianta ir a correr ao médico e entupirmo-nos de medicamentos. Por vezes a melhor forma de pedir ajuda é mesmo ser honesto connosco e com os outros e refazermos os nossos planos de actividade pedindo ajuda a quem nos está mais próximo, sejam colegas de trabalho, amigos ou família.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>4 – Usar a Técnica ARR</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A técnica ARR significa Abrandar, Relaxar e Reflectir. Não há nada melhor do que quando as ideias não surgem do que fazer uma pausa, respirar, e tentar formas diferentes quando as usuais não estão a produzir o efeito que esperamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes, é melhor saber quando é altura de  parar, do que continuar a fazer erros em cascata, e depois não conseguir resolver nenhuma situação, o que em último caso só vai ajudar ainda mais a aumentar o nível de stress sentido, e a consequência poderá ser ainda mais desastrosa.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5 – Formas de escapar ao Stress</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Há muitas e variadas formas de escapar ao stress, e umas resultam melhor com umas pessoas do que com outras. Mas será quase geral admitir que fazemos coisas com sucesso e coisas que fazemos que não terão o sucesso que esperamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma forma também simples de evitar o stress é aprender a dizer<strong> Não!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta andarmos sempre a tentar agradar a todos os que nos rodeiam, quando sabemos que não estamos a fazer um bom serviço a ninguém, principalmente a nós próprios.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprender com os nossos erros é uma virtude e temos que saber, e fazer entender a quem nos rodeia de que há um tempo e uma capacidade para tudo e que quando utilizada em sobrecarga explode!</p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo, se ainda não atingiu os seus objectivos, ou sente-se “stressado”, saiba que pode parar e tentar perceber o que o levou a essa situação, que quase de certeza conseguirá aprender a controlar as crises de stress que nos afligem de tempos a tempos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes, não é preciso muito, basta sabermos utilizar as nossas capacidades e entendermos de que realmente ninguém é de ferro!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E vocês, como sentem o stress na vossa vida e na dos que vos rodeiam? Deixem um comentário e partilhem a vossa opinião!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até Breve!</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Votos Para o Sucesso em  2011</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2010/12/votos-para-o-sucesso-em-2011/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 00:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANÁLISES]]></category>
		<category><![CDATA[BLOGGING]]></category>
		<category><![CDATA[REFLEXÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproxima-se um novo ano, cheio de incertezas, ou pelo menos com a certeza de que trará novas dificuldades para além das que já existem e que se sentem. No entanto, sente-se também que se 2010 foi o ano das grandes desilusões em muitos aspectos para a maioria de nós, 2011 apresenta-se como a possibilidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/12/votos-para-o-sucesso-em-2011/" title="Permanent link to Votos Para o Sucesso em  2011"><img class="post_image alignnone frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2010/12/sucesso1.jpg" width="259" height="194" alt="sucesso" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Aproxima-se um novo ano, cheio de incertezas, ou pelo menos com a certeza de que trará novas dificuldades para além das que já existem e que se sentem. No entanto, sente-se também que se 2010 foi o ano das grandes desilusões em muitos aspectos para a maioria de nós, 2011 apresenta-se como a possibilidade de um novo recomeço com o desejado sucesso em todas as áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">É normal nesta altura, fazer-se um balanço das actividades, e formular novos desejos para assim se poder espantar os males.</p>
<p style="text-align: justify;">Acima de tudo, há que esperar, e lutar, para que as dificuldades sentidas neste momento, pela maioria dos portugueses, sejam passageiras e se consigam descobrir e aplicar novas formas de se dar a “volta por cima”.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, só estaremos perdidos, quando de facto acreditarmos que estamos mesmo perdidos. E como dos fracos não reza a história, só nos compete a cada um de nós fazer por deixar sempre, e a cada dia que passa, <strong>o nosso mundo um pouco melhor do que o encontramos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem acredita nas tradições, como o de deitar sal nas costas, subir a um banco, comer 12 passas (uma a cada badalada), bater com os tachos, etc… , esta será a altura de pelo menos por umas horas, deixar de lado as amarguras e pensar, ou sonhar, que com a passagem do calendário, um ano novinho em folha nos espera para que possamos dar o nosso melhor e conseguirmos em troca a realização dos nossos sonhos e projectos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, aproveite, saia, divirta-se e prepare-se para conseguir lutar pelo seu sucesso neste novo ano que está prestes a começar.</p>
<p style="text-align: justify;">O Crise e Dinheiro estará por cá para o acompanhar, deixando sempre algumas dicas, conselhos e análises que lhe poderão ser utéis.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, os votos para um ano de 2011 cheio de sucesso e de concretização de objectivos são, sem dúvida, aquilo que de melhor se pode desejar a todos, principalmente aos leitores do blogue.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p class="alert"><strong>VOTOS DE UM ANO DE 2011 CHEIO DE SUCESSO A TODOS OS NÍVEIS!!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já agora, se quiserem partilhar os vossos desejos para 2011, já sabem, basta deixarem um comentário…</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até Breve!</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>A Obesidade da Crise</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2010/12/a-obesidade-da-crise/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 00:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANÁLISES]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[PAGAR CONTAS]]></category>
		<category><![CDATA[REFLEXÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante os períodos de crise económica, nota-se um aumento da obesidade nas populações afectadas. No nosso caso concreto, e segundo dizem, os portugueses estão a comer menos, pelo menos de acordo com as queixas de alguns comerciantes. Isto é, estão a comer menos fruta e menos carne, e estão a comer cada vez mais peixe, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/12/a-obesidade-da-crise/" title="Permanent link to A Obesidade da Crise"><img class="post_image alignright remove_bottom_margin frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2008/12/obesidade.jpg" width="120" height="96" alt="obesidade" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Durante os períodos de crise económica, nota-se um aumento da <strong>obesidade</strong> nas populações afectadas. No nosso caso concreto, e segundo dizem, os portugueses estão a comer menos, pelo menos de acordo com as queixas de alguns comerciantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto é, estão a comer menos fruta e menos carne, e estão a comer cada vez mais peixe, e assiste-se também a um aumento das compras de marca branca com excessivo valor de calorias.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas de acordo, com as noticias que têm vindo a público, esta situação não se deve a nenhuma preocupação com a obesidade ou com os efeitos do colesterol, na saúde. A verdade é que o aumento das compras neste tipo de produtos deve-se essencialmente ao seu baixo preço.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>A realidade é bem mais assustadora</strong></span>, e só demonstra a pobreza envergonhada que se começa a sentir. E mais importante do que encontrar as causas deste tipo de obesidade, será mais importante pensar nas suas consequências futuras.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com as últimas noticias, esta situação deve-se apenas a um único factor: a falta de dinheiro. E apesar destes cortes alimentares parecerem indicar um combate contra a obesidade, a verdade é que demonstram que o espírito consumista mantém-se nas coisas supérfluas e é reduzido no que à saúde diz respeito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Afinal, podemos viver sem quase tudo menos o essencial que é a alimentação.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Confesso que nem era para escrever este artigo, confesso que nem me passava pela cabeça que estas situações acontecessem. Mas confesso também que este tipo de noticias me encoraja cada vez mais a manter este blogue, e a tentar rentabilizar formas de sair da crise.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, e tendo em conta que fui um dos milhares de voluntários na recolha de alimentos promovida pelo Banco Alimentar, e tendo em conta que este ano se ultrapassou largamente o número de toneladas de alimentos oferecidos, fez-me pensar que afinal os portugueses como nação ainda se preocupam com os seus compatriotas que mais necessidades sentem nesta altura.</p>
<p style="text-align: justify;">Perante isto, a minha análise crua e dura é a de que enquanto não se mudarem as mentalidades e acreditar que é nos projectos de iniciativa individual ou de grupo, que se conseguirá sair deste aperto que nos sufoca, não se inverterá esta tendência. E desculpem o paralelismo, mas quando deixamos que a crise fique obesa, é porque não fazemos o suficiente para inverter esta situação.</p>
<p style="text-align: justify;">De facto, este não é um artigo normal aqui no Crise e Dinheiro, mas pretende chamar a atenção para algo assustador que é a pobreza envergonhada a que assistimos e que se prepara para tomar conta da nossa economia nacional (e das nossas economias pessoais).</p>
<p style="text-align: justify;">Assistimos todos os dias a noticias que nos dão conta de que os tempos que se aproximam serão tempos difíceis, no entanto, se não cuidarmos como deve de ser da nossa alimentação, só iremos continuar a contribuir para que esta situação se arraste e se prolongue até ao limite.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, um último apelo: Vamos ser criativos e encontrar formas de sair da crise, vamos dar o nosso melhor para que pelo menos na blogosfera se despertem consciências, e se deste esforço surgirem projectos válidos que auxiliem e dinamizem a criação de postos de trabalho e consequente retoma financeira para algumas famílias, então é porque esta aventura diária vale a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">Venham de lá as ideias, venha daí o capital financeiro e humano e Força com todos os projectos que iniciarmos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já agora, gostava de ouvir os vossos pontos de vista. Deixem um comentário e digam-me se estou assim tão enganado nesta análise que fiz.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até Breve!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Como Poupar nas Prendas e Compras de Natal</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 09:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<category><![CDATA[REFLEXÕES]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a chegada das compras de natal, chega a altura de  gastar dinheiro. Mas depois, normalmente em Janeiro o reflexo dos nossos excessos faz-se sentir de forma sintomática na nossa conta bancária. Assim, para tentar evitar os excessos próprios da época, resolvi fazer uma lista fácil de compreender para quem (como eu) pretende poupar nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/12/como-poupar-nas-compras-de-natal/" title="Permanent link to Como Poupar nas Prendas e Compras de Natal"><img class="post_image alignleft frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2010/12/index.jpg" width="62" height="94" alt="poupar nas compras" /></a>
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			</a>
		</div>
<p>Com a chegada das compras de natal, chega a altura de  gastar dinheiro. Mas depois, normalmente em Janeiro o reflexo dos nossos excessos faz-se sentir de forma sintomática na nossa conta bancária.</p>
<p>Assim, para tentar evitar os excessos próprios da época, resolvi fazer uma lista fácil de compreender para quem (como eu) pretende poupar nas compras de Natal, tentando evitar excessos em demasia, porque em alturas de crise, tudo o que podermos poupar, é uma ajuda grande.</p>
<p>Vamos então por partes&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p><span style="color: #808000;"><strong>1 - Faça uma lista para quem tenciona comprar prendas (ou lembranças) de Natal.</strong></span></p>
<p>Faça uma lista com as pessoas a quem pretende oferecer algo no Natal, seja uma prenda de maior valor ou uma pequena lembrança.</p>
<p><span style="color: #808000;"><strong>2 &#8211; Estabeleça um orçamento global</strong></span></p>
<p>Esta é, se calhar a mais importante de todas, a medida que pode custar mais. Mas seja realista e veja quanto é que pode gastar sem entrar em desvarios.</p>
<p>Estabeleça um orçamento realista e que corresponda efectivamente à disponibilidade financeira que pode dispor.</p>
<p><!-- ( The HTML code may not be changed in the sense of faultless functionality! ) --><span style="color: #808000;"><strong>3 &#8211; Distribuir o orçamento por cada pessoa</strong></span></p>
<p>Depois de ter o orçamento global, pegue na lista com os nomes e atribua um valor para cada uma.</p>
<p>Esta é uma prática utilizada pelas empresas para premiar os seus clientes pelo volume de facturação que representam. Se adoptarmos esta estratégia para as nossas compras pessoais, estamos também, de certa forma, a &#8220;premiar&#8221; as pessoas pelo seu grau de significado na nossa vida.</p>
<p><span style="color: #808000;"><strong>4 &#8211; Compre antecipadamente</strong></span></p>
<p>Evite fazer compras de última hora, é que neste caso a tendência é para sermos dominados pela emoção e não pela razão.</p>
<p>Basta evitar a confusão de última hora, para que as suas compras sejam mais racionais, e menos levadas pelo instinto do momento.</p>
<p><strong><span style="color: #808000;">5 &#8211; Compre pela Internet</span></strong></p>
<p>Com as vantagens oferecidas hoje em dia, porque não comprar comodamente em casa pela internet? Assim não cairá em emoções, e conseguirá mais eficazmente cumprir com o seu orçamento.</p>
<p><span style="color: #808000;"><strong>6 &#8211; Aproveite promoções</strong></span></p>
<p>Tente fazer valer os seus direitos de consumidor e verifique quais os artigos em promoção que se enquadram com o seu orçamento, e com a pessoa que o irá receber.</p>
<p>Acima de tudo, tente sempre lembrar-se de que não é o valor monetário da prenda que será apreciado por quem recebe, mas sim a utilidade e as lembranças que trará a quem receber.</p>
<p>Afinal o espírito de Natal é mais do que fazer compras estourando limites de crédito, acima de tudo é partilhar os bons e maus momentos.</p>
<p><strong>Conhecem mais dicas para poupar nas compras de natal?</strong></p>
<p>Até Breve!</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>5 Dicas Eficazes para Poupar com Sucesso</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2010/12/5-dicas-eficazes-para-poupar-com-sucesso/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 09:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[PAGAR CONTAS]]></category>
		<category><![CDATA[REFLEXÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Poupar com sucesso não é difícil, é apenas uma questão de hábito! A poupança só é eficaz se soubermos fazê-la de forma correcta. Por outro lado, quando se fala em poupar, existe um problema de maior ou menor gravidade e que depende muito de nós próprios. Já ouviram falar do princípio da inércia humana? Bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/12/5-dicas-eficazes-para-poupar-com-sucesso/" title="Permanent link to 5 Dicas Eficazes para Poupar com Sucesso"><img class="post_image alignright frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2010/12/images1.jpg" width="206" height="245" alt="como poupar" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Poupar com sucesso não é difícil</strong>, é apenas uma questão de hábito! A poupança só é eficaz se soubermos fazê-la de forma correcta. Por outro lado, quando se fala em poupar, existe um problema de maior ou menor gravidade e que depende muito de nós próprios.</p>
<p style="text-align: justify;">Já ouviram falar do princípio da inércia humana? Bem basicamente o princípio da inércia humana, diz que nós tendemos a repetir o que sempre fizemos e evitamos fazer coisas novas, que saem da nossa chamada “zona de conforto”.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto quer dizer que de princípio esta teoria pode jogar contra nós. Se não estamos habituados a poupar diariamente, pode ser difícil começar. Mas depois do arranque da poupança, e depois de este hábito já ser um dado adquirido, então o princípio da inércia irá seguramente jogar a nosso favor, já que estaremos a fazer algo que é habitual. Logo já teremos quebrado a nossa própria “resistência interna”.</p>
<p style="text-align: justify;">Se não têm por hábito poupar, ou se gostariam de começar a poupar e ainda não sabem muito bem como o fazer, aqui ficam algumas dicas para que o consigam começar a fazer com sucesso:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 – Tratar a poupança como mais uma conta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há um velho adágio que diz “pague-se a si próprio primeiro”. O truque é  simples e começa por tratar a poupança como mais uma conta fixa no final de um período estabelecido (por exemplo 1 mês).</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, para começar a poupar, estabeleça um montante e uma data  limite para se pagar a si próprio, por exemplo 20 euros no dia 15 de cada mês.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenha sempre em atenção que mais importante do que o valor que estipular o importante é começar um novo hábito e cumpri-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 – Estabelecer um objectivo anual para a sua poupança</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nunca irá conseguir atingir um objectivo se não souber qual é. Parece lógico demais mas a verdade é que a importância de estabelecer objectivos ajuda bastante a auto-motivação. Assim ao saber o que estabeleceu como objectivo e qual o saldo actual da sua poupança, é mais fácil perceber quanto ainda falta para atingir o montante estabelecido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 – Dedique os seus aumentos para as suas poupanças</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se receber um aumento de rendimentos, certifique-se de que aumenta também as suas poupanças. E se conseguir dedique todo o seu aumento de rendimento directo para a sua poupança. Se tal não for possível, dedique pelo menos cerca de 20 a 30% do seu aumento para a sua poupança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 – Guarde as moedas soltas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quem disse que os mealheiros são coisa do passado? Arranje um jarro, um copo, um recipiente qualquer, e coloque lá todos os trocos que acumular no final do dia. No final do mês deposite esse dinheiro na sua conta poupança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 – Reinvista as suas poupanças</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No final do ano, aproveite parte das suas poupanças em algo que queira para si, uma viagem, férias, mini-férias, um equipamento qualquer, enfim qualquer coisa que lhe sirva de incentivo para continuar a poupar e poder repetir o ciclo no próximo ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenha atenção para tentar deixar ficar sempre uma parte das suas poupanças intactas para assim poder fazer novos planos de poupança e mais ambiciosos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Poupar</strong>, é acima de tudo uma questão de disciplina pessoal, e de negação de uma gratificação imediata em favor de constituir um fundo para o futuro. Assim, considere em utilizar as dicas aqui dadas para adquirir um novo hábito de poupar e de preparar meios para atingir os seus desejos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já agora, conhecem mais dicas eficazes de poupança? Quais as que utilizam?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Deixem o vosso comentário e participem!</p>
<p style="text-align: justify;">Até Já!</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Liderança e Gestão – 5 Lições de Ouro</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 13:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[REFLEXÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Falar de liderança ou gestão, é falar em pequenos pormenores que podem fazer toda a diferença no momento decisivo. Por isso sem mais demoras aqui ficam 5 lições de ouro para todos os candidatos a líder e gestores. Lição No.1 &#8211; Gestão do Conhecimento Um homem entra no banho enquanto a sua mulher acaba de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/07/lideranca-e-gestao-%e2%80%93-5-licoes-de-ouro/" title="Permanent link to Liderança e Gestão – 5 Lições de Ouro"><img class="post_image aligncenter frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2008/08/n3.jpg" width="512" height="768" alt="Post image for Liderança e Gestão – 5 Lições de Ouro" /></a>
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		</div>
<div>Falar de liderança ou gestão, é falar em pequenos pormenores que podem fazer toda a diferença no momento decisivo. Por isso sem mais demoras aqui ficam 5 lições de ouro para todos os candidatos a líder e gestores.</div>
<div><strong>Lição No.1 &#8211; Gestão do Conhecimento</strong></p>
<p>Um homem entra no banho enquanto a sua mulher acaba de sair dele e se enxuga. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender, a mulher desiste, enrola-se na toalha e desce as escadas. Quando abre a porta, vê o vizinho Bob na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz: &#8220;Eu dou-lhe 800 dólares se você deixar cair essa toalha.&#8221; Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Bob, então, entrega-lhe os 800 dólares prometidos e vai-se embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher enrola-se novamente na toalha e volta para o quarto. Quando entra no quarto, o marido grita do chuveiro &#8220;Quem era?&#8221; &#8220;Era o Bob, o vizinho da casa ao lado.&#8221; &#8211; Diz ela. &#8220;Óptimo! Ele deu-te os 800 dólares que me estava a dever?&#8221;</p>
<p>Moral da história:<strong> </strong></p>
<p><strong>Se compartilhares informações a tempo podes evitar exposições desnecessárias!!!</strong></p>
</div>
<div><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
</div>
<div><strong>Lição No.2 &#8211; Chefia e Liderança</strong></p>
<p>Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um génio. O gênio diz: &#8220;Eu só posso conceder três desejos, por isso, concederei um a cada um de vós&#8221;. &#8220;Eu primeiro, eu primeiro.&#8221; Grita um dos funcionários. &#8220;Eu queria estar nas Bahamas a pilotar um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!&#8221; Puf! E lá se foi.O outro funcionário apressa-se a fazer o seu pedido:&#8221; Eu quero estar no Havaí com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!&#8221; Puf e lá se foi. &#8220;Agora você&#8221; diz o génio para o gerente. &#8220;Eu quero que aqueles dois voltem ao escritório logo depois do almoço.&#8221; &#8211; Diz o gerente.</p>
<p>Moral da História:</p>
<p><strong>Deixa sempre o teu chefe falar primeiro</strong>.</p>
</div>
<p><strong>Lição Nº 3 &#8211; Zona de Conforto</strong></p>
<p>Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: &#8220;Eu posso me sentar como tu e não fazer nada o dia inteiro?&#8221; O corvo responde: &#8220;Claro, por que não?&#8221; O coelho senta-se no chão, debaixo da árvore e relaxa. De repente, uma raposa aparece e come o coelho.</p>
<p><strong>Moral da História:Para ficares sentado sem fazeres nada deves estar sentado bem no alto.</strong></p>
<p><strong>Lição Nº 4 – Motivação</strong></p>
<p>Em África, todas as manhãs, uma gazela ao acordar, sabe que deve conseguir correr mais do que o leão se se quiser manter viva. Todas as manhãs, o leão acorda e sabe que deverá correr mais do que a gazela se não quiser morrer de fome.</p>
<p>Moral da História:<strong> </strong></p>
<p><strong>Pouco importa se és gazela ou leão, quando o sol nascer deves começar a correr.</strong></p>
<div><strong>Lição Nº 5 – Criatividade</strong></p>
<p>Um Agricultor resolve colher alguns frutos da sua propriedade. Pega num balde vazio e segue para o pomar. No caminho, ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram as suas terras. Ao aproximar-se lentamente, observa várias raparigas nuas a tomar banho na lagoa. Quando elas se apercebem da sua presença, nadam até à parte mais profunda da lagoa e gritam: &#8220;nós não vamos sair daqui enquanto você não se for embora&#8221;. O Agricultor responde: &#8220;eu não vim aqui para vos espreitar, só vim dar de comer aos jacarés!</p>
<p><strong>Moral da História:</strong></p>
<p><strong>É a criatividade que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objectivos.</strong></p>
</div>
<div>Concluindo&#8230;. a diferença entre um bom líder e um bom gestor reside na atenção que se dá aos pormenores, e em saber transformar uma má situação numa boa situação!</div>
<div>E vocês, o que acham?</div>
<div>Até Já</div>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Sobreviver à crise</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 01:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[PAGAR CONTAS]]></category>
		<category><![CDATA[REFLEXÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Viver na crise ou sobreviver à crise, tem sido um dos temas mais falados na actualidade. E é aqui que na maior parte das vezes a nossa escolha deixa de ser uma escolha livre, para ser uma “escolha forçada”. Confesso-vos que quando iniciei este blogue há quase dois anos, nunca esperei que a temática da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><strong>Viver na crise ou sobreviver à crise</strong>, tem sido um dos temas mais falados na actualidade. E é aqui que na maior parte das vezes a nossa escolha deixa de ser uma escolha livre, para ser uma “escolha forçada”.</p>
<p>Confesso-vos que quando iniciei este blogue há quase dois anos, nunca esperei que a temática da crise se mantivesse tão actual como o tem sido. No entanto, passados estes quase dois anos, eis que a palavra crise se mantém extremamente actual nas pesquisas feitas no Google.</p>
<p>Mas, mais importante do que o valor das palavras, é a implicação que essa palavra de crise tem cada vez mais no nosso dia-a-dia. De facto, para onde quer que olhemos, ou basta ligar a televisão, o rádio, ou um qualquer jornal, e lá está ela – a crise – a obrigar a uma nova alteração qualquer ao nosso quotidiano.</p>
<p>Mas então, o que podemos fazer para sobreviver à crise? Vamos então por partes:</p>
<p><strong>1 – Mudar de Hábitos</strong></p>
<p>Uma das primeiras implicações que a crise nos obriga é a mudar os nossos hábitos de consumo, e a pensar duas, três e até quatro vezes, antes de gastarmos dinheiro. Já aqui escrevi sobre alguns pequenos truques que podemos utilizar, como sejam a importância de ter um orçamento mensal.</p>
<p><strong>2 – Ter consciência das dificuldades</strong></p>
<p>As dificuldades trazidas pela crise, sentem-se cada vez mais, e o seu reflexo é sentido de perto pela nossa conta bancária. Assim, é preferível estar atento e ter sempre debaixo de olho as pequenas despesas, já que sem darmos por isso acabamos por gastar mais do que gostaríamos.</p>
<p><strong>3 – Apertar o cinto</strong></p>
<p>Aqui, nem vale a pena escrever mais nada, o (des)governo conduziu-nos a “emagrecer” as nossas poupanças e o dinheiro disponível, com as consequências directas no número que temos de vestuário. Afinal a expressão de “apertar o cinto” começa a ser visível não em sentido figurado, mas nos buracos do cinto que utilizamos para prender as calças na cintura.</p>
<p><strong>4 – Manter o espírito optimista</strong></p>
<p>Bem, aqui a única coisa que nos resta fazer é mesmo manter o espírito aberto, e acreditar que as mudanças vão ocorrer. Apesar de não sabermos quando, e de sentirmos que “a coisa está negra”, como por hábito somos um povo de brandos costumes, vamos mantendo a esperança de que esta crise não poderá (sobre)viver para sempre.</p>
<p>Já agora, acham que estamos a viver na crise ou a sobreviver à crise?</p>
<p>Partilhem a vossa opinião, e deixem um comentário.</p>
<p>Até Já!</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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