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	<title>Crise e Dinheiro &#187; ECONOMIA</title>
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	<description>Gestão, Carreiras, Dinheiro, Rentabilizar a vida, e muito mais....</description>
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		<title>Como Sobreviver à Crise Económica</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 07:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[finanças pessoais]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobreviver à crise económica está ao alcance de todos e não é preciso muito para o conseguir. De cada vez que se ouve o noticiário, as palavras “viver na crise”, “suportar a crise”, “combater a crise” estão sempre lá. Há, contudo uma outra que normalmente não costumo ouvir muitas vezes, que é a de “como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2012/01/como-sobreviver-a-crise-economica/" title="Permanent link to Como Sobreviver à Crise Económica"><img class="post_image alignleft remove_bottom_margin frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2012/01/crise.jpg" width="246" height="205" alt="crise" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobreviver à crise económica está ao alcance de todos e não é preciso muito para o conseguir</strong>. De cada vez que se ouve o noticiário, as palavras “viver na crise”, “suportar a crise”, “combater a crise” estão sempre lá. Há, contudo uma outra que normalmente não costumo ouvir muitas vezes, que é a de “como sobreviver à crise”, já que as medidas que se estão a tomar só irão produzir os seus efeitos daqui a una tempos.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho que confessar que quando iniciei o Crise e Dinheiro, em Agosto de 2008 (há 3 anos e maio) nunca imaginei que a temática da crise se mantivesse actual durante tanto tempo. No entanto, passados quase 4 anos de existência deste blogue a palavra “crise” principalmente a económica continua cada vez mais presente no quotidiano de muitas famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">A crise económica obrigou muitas pessoas a pararem, a reflectirem, e no essencial a mudar muitos dos seus hábitos de vida, para conseguirem sobreviver à crise económica que se tornou um problema mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que podem sempre dizer que o problema é mundial, ou se preferirem é um problema “dos mercados”, dos “credores internacionais”, entre outros culpados do costume. Afinal nada melhor do que não deixar a culpa morrer solteira.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, e aqui é que a verdade dói, todos nós fomos culpados deste estado a que chegamos, e para o qual todos contribuímos com os nossos hábitos de consumo, e com o acesso ao crédito facilitado. Aliás, houve alturas em que nem precisávamos de pedir crédito ao banco, já que as próprias instituições chegavam a enviar cartões de crédito, ou através dos seus serviços de telemarketing nos ligavam a “dar” mais um empréstimo que poderia ser amortizado “em suaves prestações mensais”.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, e como bem sabemos, a actual crise foi causada principalmente pelo endividamento excessivo das famílias que juntaram créditos, em cima de créditos, e tentaram arranjar novos créditos para pagar os créditos antigos (perdoem-me a redundância).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas chegados até esta altura do artigo, vamos então tentar perceber o que podemos (ou devemos) fazer para sobreviver à crise económica. Vamos então por partes:</p>
<h2 style="text-align: justify;">1 – Mudança de Hábitos de Consumo</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma das primeiras implicações que a crise nos obriga é a mudar os nossos hábitos de consumo, e a pensar duas, três e até quatro vezes, antes de gastarmos dinheiro. Já aqui escrevi sobre alguns pequenos truques que podemos utilizar, como sejam a<a title="A Importância do Orçamento pessoal" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/06/a-importancia-do-orcamento-pessoal/"> importância de ter um orçamento pessoal mensal</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A mudança de hábitos de consumo, implica desde logo, uma maior responsabilização na forma como gerimos o dinheiro disponível. Não é necessário passar fome, é tudo uma questão de racionalizar nas compras de supermercado e não consumir desmesuradamente, e tentar não comprar comida para deitar fora por não a utilizarmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre este assunto, aconselho a que leiam um outro artigo publicado aqui no Crise e Dinheiro, onde falo sobre <a title="Deixe de comprar por impulso" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/02/deixe-de-comprar-por-impulso/">deixar de comprar por impulso</a>.</p>
<h2 style="text-align: justify;"> 2 – Ter consciência das dificuldades impostas pela crise</h2>
<p style="text-align: justify;">As dificuldades trazidas pela crise, sentem-se cada vez mais, e o seu reflexo é sentido de perto pela nossa conta bancária. Assim, é preferível estar atento e ter sempre debaixo de olho as pequenas despesas, já que sem darmos por isso acabamos por gastar mais do que gostaríamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das formas de controlar os gastos, pode passar por estabelecer um orçamento mensal, e tudo fazer para o cumprir escrupulosamente. E uma das primeiras medidas deverá ser a de reduzir substancialmente  as dívidas de crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta tentar passar incólume, já que as dificuldades sentem-se no dia a dia, e basta um pequeno olhar para perceber que tudo custa cada vez mais caro.</p>
<h2 style="text-align: justify;">3 – Apertar o cinto</h2>
<p style="text-align: justify;">Aqui, nem vale a pena escrever mais nada, o (des)governo conduziu-nos a “emagrecer” as nossas poupanças e o dinheiro disponível, com as consequências directas no número que temos de vestuário. Afinal a expressão de “apertar o cinto” começa a ser visível não em sentido figurado, mas nos buracos do cinto que utilizamos para prender as calças na cintura.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que este “apertar de cinto” é também utilizado em sentido figurado para reforçar o que foi escrito no ponto 2.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2012/01/crise2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2971" title="crise2" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2012/01/crise2.jpg" alt="" width="512" height="224" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">4 – Manter o espírito optimista</h2>
<p style="text-align: justify;">Bem, aqui a única coisa que nos resta fazer é mesmo manter o espírito aberto, e acreditar que as mudanças vão ocorrer. Apesar de não sabermos quando, e de sentirmos que “a coisa está negra”, como por hábito somos um povo de brandos costumes, vamos mantendo a esperança de que esta crise não poderá (sobre)viver para sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, e fazendo uso da sabedoria poular “tristezas não pagam dívidas”, e as dívidas de qualquer país ou indivíduo só se conseguem liquidar através de trabalho, trabalho, e mais trabalho. Todas as outras receitas milagrosas dificilmente conseguem resultados.</p>
<h2 style="text-align: justify;">5 – Arranjar fontes de rendimento alternativo</h2>
<p style="text-align: justify;">Se o dinheiro do salário não dá para tudo, há também outras soluções que podem passar pela diversificação de fontes de rendimento. Seja encontrando um emprego em part-time, seja por começar uma outra actividade, como por exemplo começar um blogue e tentar rentabilizá-lo. Se quiserem perceber melhor como podem investir num blogue, aconselho a que leiam<a title="10 Razões para começar Hoje o seu Blogue" href="http://www.criseedinheiro.com/2012/01/10-razoes-para-comecar-hoje-o-seu-blogue/"> 10 razões porque deve começar hoje o seu blogue</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Já agora, acham que estamos a viver na crise ou a sobreviver à crise?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Partilhem a vossa opinião, e deixem um comentário.</p>
<p style="text-align: justify;">Até Já!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>O Futuro Demográfico de Portugal e o Impacto na Economia</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2012/01/o-futuro-demografico-de-portugal-e-o-impacto-na-economia/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 11:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANÁLISES]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[REFLEXÕES]]></category>
		<category><![CDATA[relexões]]></category>

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		<description><![CDATA[A demografia é provavelmente um dos factores que mais impacto tem numa economia. No entanto, à medida que os países em desenvolvimento continuam a contribuir para o crescimento demográfico (e hoje são já mais de sete mil milhões as pessoas que existem à face da terra), os países mais desenvolvidos, entre os quais se encontra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2012/01/o-futuro-demografico-de-portugal-e-o-impacto-na-economia/" title="Permanent link to O Futuro Demográfico de Portugal e o Impacto na Economia"><img class="post_image alignleft remove_bottom_margin frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2012/01/demografia-e-economia.jpg" width="224" height="144" alt="Post image for O Futuro Demográfico de Portugal e o Impacto na Economia" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>A demografia é provavelmente um dos factores que mais impacto tem numa economia</strong>. No entanto, à medida que os países em desenvolvimento continuam a contribuir para o crescimento demográfico (e hoje são já mais de sete mil milhões as pessoas que existem à face da terra), os países mais desenvolvidos, entre os quais se encontra Portugal, estagnaram no seu crescimento. O que acontece é que a natalidade tem vindo a diminuir e a esperança média de vida tem vindo a aumentar, o que tem conduzido ao envelhecimento da população.</p>
<p style="text-align: justify;">Este envelhecimento da população tem vindo a gerar alguns problemas económicos, em grande parte devido às políticas sociais que foram sendo seguidas ao longo das últimas décadas.. Infelizmente, muitas das pessoas que hoje recebem uma reforma, ainda que pequena, como sustentam quase todas as pessoas, praticamente não descontaram o suficiente para a Segurança Social, de modo que, o dinheiro que recebem hoje não resulta daquilo que descontaram ao longo dos anos, mas sim daquilo que os trabalhadores atuais descontam.</p>
<p style="text-align: justify;">Não bastasse isso, também é certo que o número de desempregados em Portugal também vem a crescer de dia para dia e o <a title="Como ser empreendedor de sucesso" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/01/como-ser-empreendedor-de-sucesso/">empreendedorismo português </a>não é tão elevado como se gostaria. São também muitos aqueles que trabalham por conta própria, fazendo uns “biscates” aqui e ali, mas que não fazem descontos. Assim, visto que a sua declaração de rendimentos é baixa, o Estado continua a dar-lhes subsídios e cada vez mais benefícios que fazem com que muitos nunca queiram fazer descontos para o Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente, temos que ser justos e referir que há muitas pessoas que não têm condições para trabalhar e que realmente precisam de ajuda. Mas o que é certo é que as ajudas dadas a esses são muitas vezes insuficientes porque o dinheiro do Estado não chega para tudo e há muita gente a receber subsídios que não os deveria receber.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Existe solução?</h2>
<p style="text-align: justify;">O problema base coloca-se ao nível da Educação Cívica em Portugal. As pessoas precisam começar a aprender desde bem cedo que, se não forem cidadãos responsáveis, mais cedo ou mais tarde a necessidade também lhes poderá bater à porta e eles não terão o que comer. Com um país em que não existe esta mentalidade, é muito difícil haver um crescimento sustentado da economia.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, este problema tende a agravar-se porque, ao passo que a população portuguesa está praticamente estagnada, não tardará o início da diminuição demográfica no nosso país. Se quem hoje desconta está a pagar as reformas e subsídios de hoje, e com o número de jovens a ser cada vez menor, quem pagará as carências económicas e sociais dos “velhos” do futuro?</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, o ideal seria um estado que tivesse a capacidade de dar um murro na mesa, de deixar de favorecer os ricos e os “amigos” e que realmente optasse pela justiça social. Um governo que investisse na fiscalização, não só ao nível das finanças, que é o que todos fazem, mas também de todos aqueles que recebem subsídios, sendo que cerca de 50% desses subsídios são indevidos.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira coisa a fazer para resolver os problemas económicos do país seria sempre pagar as dívidas ao estrangeiro. Depois disso, a fixação do défice em 0%, ou muito próximo disso, seria garantia de dependermos de nós mesmos. Só depois disso se poderia olhar para o futuro com alguma esperança ao nível económico.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema é que não se combate uma crise económica asfixiando a economia. Senão vejamos: só haverá retoma económica quando houver mais dinheiro a circular, e não apenas aumentando as receitas em detrimento do investimento a vários níveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o Estado investir hoje na Educação, na formação, e no apoio ao aumento da natalidade dos portugueses… Se conseguir inculcar nas cabecinhas dos mais pequenos a necessidade de serem cidadãos responsáveis… Talvez no futuro, quando este país for um país de idosos, a vida consiga ser melhor para todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, se não houver um incremento da natalidade inserido numa política sustentada de desenvolvimento, ficará sempre no ar a pergunta: <strong>Quem pagará as nossas reformas daqui a uns anos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até lá, continuamos a ter que conviver com a triste constatação de que a nossa reforma só irá depender de nós, e do<a title="9 dicas para controlar o seu dinheiro" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/01/9-dicas-para-controlar-o-seu-dinheiro/"> dinheiro que  conseguirmos poupar</a>  até lá.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E vocês, o que pensam disto? Deixem o vosso comentário e participem na discussão.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até Breve!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Controlar as despesas com um orçamento pessoal</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2012/01/controlar-as-despesas-com-um-orcamento-pessoal/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 09:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[PAGAR CONTAS]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Controlar as despesas não é difícil. É acima de tudo uma questão de método, e de disciplina. E há formas simples de se conseguir fazer um controlo eficaz das nossas despesas diárias. Uma das formas mais eficazes de controlar as nossas despesas é através da elaboração de um orçamento pessoal. E é sobre isso que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2012/01/controlar-as-despesas-com-um-orcamento-pessoal/" title="Permanent link to Controlar as despesas com um orçamento pessoal"><img class="post_image alignnone frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2012/01/orçamento.jpg" width="259" height="194" alt="Post image for Controlar as despesas com um orçamento pessoal" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Controlar as despesas não é difícil</strong>. É acima de tudo uma questão de método, e de disciplina. E há formas simples de se conseguir fazer um controlo eficaz das nossas despesas diárias. Uma das formas mais eficazes de controlar as nossas despesas é através da elaboração de um orçamento pessoal. E é sobre isso que este artigo fala.</p>
<p style="text-align: justify;">De uma maneira genérica, fazer um orçamento pessoal serve como um guia, para ajudar a<a title="5 Dicas Eficazes para Poupar com Sucesso" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/12/5-dicas-eficazes-para-poupar-com-sucesso/" target="_blank"> encontrar novas maneiras de poupar dinheiro</a>, para se conseguir cumprir os nossos objectivos financeiros pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira como os governos fazem um orçamento anual, o chamado orçamento de estado, também cada pessoa pode fazer o seu orçamento anual, mensal, semanal e mesmo diário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num período de um mês, já imaginaram quantos euros é que gastamos em pequenas coisas sem nos dar conta?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu costumo utilizar uma expressão em que digo que “ as contas que me assustam mais, são sempre as mais pequenas, porque nunca temos verdadeiramente a noção de quanto gastamos”. Ou seja, se gastarmos todos os dias 5 euros, chegamos a uma conta de 150 euros no final do mês.</p>
<p style="text-align: justify;">E isto torna-se um problema quando começamos a achar que &#8220;cada vez temos mais dias no final do dinheiro&#8221;, ou &#8220;o fim do mês nunca mais chega, porque a conta bancária já está outra vez no zero&#8221;, entre outras expressões que nos acostumamos a ouvir em alturas de crise.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas vamos então falar de alguns aspectos que o nosso orçamento mensal deve conter.</p>
<p style="text-align: justify;">Para nos assegurarmos que o nosso processo de orçamentação pessoal será devidamente rentabilizado e que nos irá ajudar a perceber onde gastamos dinheiro e quanto é que gastamos, há alguns aspectos que devemos ter sempre em consideração, tais como:</p>
<h2 style="text-align: justify;">1 – Elaborar Categorias de Despesas</h2>
<p style="text-align: justify;">Deve-se utilizar categorias de despesas que correspondam aos nossos padrões de despesa habitual. Acima de tudo, deve-se utilizar categorias que façam sentido para nós, por exemplo prestação da casa, prestação do carro, despesas escolares com filhos, refeições fora, café, jornais, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é definir as categorias que se adeqúem às nossas despesas reais e efectivas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2 – Estabelecer uma Quantidade de categorias</h2>
<p style="text-align: justify;">Se estamos a falar de um orçamento pessoal, é claro que o número de categorias que criarmos é inteiramente da nossa responsabilidade e não existe um número definido.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, convém lembrar uma regra de ouro: Quanto mais simples e mais fácil de controlar – Melhor!</p>
<p style="text-align: justify;">Tente definir uma tipologia para as despesas, pode sempre dividir em categorias mais genéricas ou mais especificas, como por exemplo: Casa, e depois subdivir a categoria Casa em Renda, electricidade, água, condomínio, etc.</p>
<h2 style="text-align: justify;">3 – Não esquecer as excepções das Despesas Fixas</h2>
<p style="text-align: justify;">Ora, como nós não somos máquinas, e agimos na maior parte dos casos por impulso, é conveniente que criemos uma categoria para situações que não ocorrem com frequência, mas que ocorrem ocasionalmente, ou seja prémios de seguro, prendas para os aniversariantes num determinado mês, casamentos, comunhões baptizados, … enfim todas as actividades que nos irão fazer um despender mais dinheiro num determinado período de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma outra forma de fazer isto, é seguir o exemplo das empresas que põe sempre (ou deveriam por) algum dinheiro numa conta chamada de <strong>Provisões.</strong> Ou seja, será dinheiro para despesas variáveis mas que não com acontecem com regularidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2012/01/orçamento2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2866" title="orçamento2" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2012/01/orçamento2.jpg" alt="" width="477" height="225" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">4 – Analisar as despesas de uma forma periódica</h2>
<p style="text-align: justify;">Calma! Não é preciso ir já a correr fazer gráficos no Excel! Esta análise é apenas para de tempos a tempos verificarmos se o que tínhamos previsto está a ser cumprido. Assim evitamos surpresas desagradáveis. E ao mesmo tempo forçamo-nos a cumprir com o que temos estabelecido.</p>
<p style="text-align: justify;">Se verificarmos que existem desvios ao que temos orçamentado, podemos visualizar de uma forma mais clara onde é que estamos a cometer excessos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">5 – O orçamento pessoal Não é uma empresa de contabilidade</h2>
<p style="text-align: justify;">A não ser que estejamos prestes a ser indigitados ministros das finanças de um qualquer país, convém deixar sempre uma margem de manobra e nem todas as despesas necessitam de ser contabilizadas no nosso orçamento pessoal. Mas tentem sempre que essas despesas não contabilizadas sejam uma excepção e se cinjam sempre a montantes pequenos que não estraguem o trabalho que está a ser feito.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma forma prática de resolver isto, é o de estabelecer um montante mensal, por exemplo 100 € para pequenas despesas efectuadas ao longo do mês. (nota: convém não abusar! E nunca deixar que esta rubrica ultrapasse mais do que 5 a 10% do orçamento mensal)</p>
<h2 style="text-align: justify;">6 – Poupar com a ajuda do orçamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma boa forma de nos motivarmos a poupar, é incluir no nosso orçamento mensal, uma quantia que deve ser posta de lado todos os meses. Pode até ser uma quantia pequena de início, mas assim ajuda-nos a poupar.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma forma eficaz de o fazer é fazer o orçamento com esta categoria com um montante definido. E evitar desvios!</p>
<p style="text-align: justify;"> Resumindo, mesmo que por vezes pareça que não vale a pena o esforço de fazer um orçamento mensal, lembrem-se de que será sempre uma ajuda para conseguirmos os nossos objectivos financeiros. Além do mais serve como um “contrato psicológico” para nos obrigar a cumprir com o que estabelecemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, e tendo em conta a quantidade de orçamentos e rectificações que o nosso governo faz, quem sabe se daqui a uns tempos não nos contratam para darmos uma ajuda no orçamento do nosso país?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já agora, vocês costumam ter noção do que gastam e onde gastam o dinheiro todos os meses? Deixem a vossa opinião e comentem este artigo!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até Breve!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Premiado em Janeiro de 2011 com o Gescontas</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 11:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PAGAR CONTAS]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano  de 2011 pretende ser o ano de afirmação do Crise e Dinheiro, já que se prepara para comemorar o seu 3º Aniversário, e por isso não há nada melhor do que premiar os seus leitores mais fiéis, que são os subscritores por email. Como sabem, retomamos a parceria com a Dominio,lda, para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2011/02/premiado-em-janeiro-de-2011-com-o-gescontas/" title="Permanent link to Premiado em Janeiro de 2011 com o Gescontas"><img class="post_image alignnone frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2010/12/bannergescontas.jpg" width="125" height="125" alt="Post image for Premiado em Janeiro de 2011 com o Gescontas" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">O ano  de 2011 pretende ser o ano de afirmação do Crise e Dinheiro, já que se prepara para  comemorar o seu 3º Aniversário, e por isso não há nada  melhor do que premiar os seus leitores mais fiéis, que são os  subscritores por email.</p>
<p style="text-align: justify;">Como sabem, retomamos a parceria com a <strong>Dominio,lda,</strong> para a distribuição gratuita pelos assinantes do Crise e Dinheiro, do  programa Gescontas, que é um software de fácil utilização, e que dá uma  ajuda poderosa para conseguirmos controlar de forma eficaz os gastos que  fazemos, e podermos assim controlar melhor o nosso orçamento pessoal.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Antes de Continuar, Um OBRIGADO!</h2>
<p style="text-align: justify;">O  crescimento que o Crise e Dinheiro tem vindo a verificar só é  possível  graças ao apoio dos seus leitores e às parcerias que se têm  vindo a  formalizar.</p>
<p style="text-align: justify;">O inicio deste ano marcou também o crescimento acentuado do número de visitas mensais, e foi também necessário dotar a infraestrutura, neste caso melhorar o plano de alojamento para que não hajam quebras de visualização. Há ainda outras renovações que estão a ser feitas em termos gráficos e de usabilidade e enavegabilidade para que assim fique facilitada a navegação aos visitantes.</p>
<p style="text-align: justify;">E  agora, e antes de avançarmos para a parte que realmente interessa,  gostaria de tornar aqui publicamente o apreço à Dominio, lda, pelo seu  contínuo apoio às iniciativas do Crise e Dinheiro, bem <strong>como aos leitores pela enorme adesão registada no aumento do número de subscritores por <a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=CriseEDinheiro&amp;loc=pt_BR"> Email</a></strong> desde que voltou esta parceria aqui ao blogue.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Por isso aqui fica o meu AGRADECIMENTO e o meu MUITO OBRIGADO!</h3>
<h2 style="text-align: justify;">Vamos Então conhecer o vencedor</h2>
<p style="text-align: justify;">O processo de sorteio foi feito através do site <a href="http://www.random.org/" target="_blank">random.org</a>, onde inseri os nomes dos assinantes por email do Crise e Dinheiro, e os 3 primeiros foram:</p>
<p style="text-align: justify;">List Randomizer<br />
Here they are in random order:<br />
joanaalexribeiro<strong>@</strong>,Active<br />
anabela_machado@,Active<br />
adelaide.c@,Active</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota:</strong> por motivos de protecção de privacidade, os restantes elementos de identificação de email foram cortados!</p>
<p style="text-align: justify;">E  assim, o vencedor deste mês foi o leitor cujo e-mail começa por joanaalexribeiro, apenas aguardo que o mesmo me responda  por e-mail para lhe  indicar como obter a chave de acesso ao Gescontas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os leitores que só agora descobriram este blogue, podem encontrar mais informações sobre o Gescontas,  nos artigos:</p>
<p style="text-align: justify;">*<a href="http:///" target="_blank"> </a><a href="../2010/12/controlar-contas-com-o-gescontas/" target="_blank">Controlar Contas com o Gescontas.</a></p>
<p style="text-align: justify;">*<a href="../2010/12/crise-dinheiro-e-mais-5-programas-do-gescontas-para-dar/"> </a><a href="../2010/12/crise-dinheiro-e-mais-5-programas-do-gescontas-para-dar/" target="_blank">Crise, Dinheiro e mais 5 programas do Gescontas para dar</a></p>
<p style="text-align: justify;">O  Gescontas  é um software que permite de uma forma fácil manter sobre  controle as despesas e receitas pessoais de forma a rentabilizar o  dinheiro disponível, bem como de perceber onde gastamos o dinheiro que  tão arduamente ganhamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveito  para relembrar que ainda existem mais 3 licenças do Gescontas, que  serão sorteadas todos os meses (entre Fevereiro de 2011 e Abril de 2011)  entre os assinantes por <a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=CriseEDinheiro&amp;loc=pt_BR"> Email</a>.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>NÃO PERCA AS NOVIDADES DO CRISE E DINHEIRO!</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Para  este ano, o Crise e Dinheiro promete que 2011 será um ano de arromba.  Pretendemos surpreendê-lo a cada mês que passar, com mais e mais  novidades fantásticas. 2011 será  o ano de afirmação, o ano de  sustentabilidade do projecto e também o ano que iremos marcar a  diferenciação clara, para que o Crise e Dinheiro continue a ser um  blogue de referência junto dos seus leitores. Há novas parcerias a serem  trabalhadas para benefício dos leitores assíduos do blogue. Portanto,  se não quer perder pitada do que aí vem nos próximo meses, sugerimos-lhe  a manter-se atento e actualizado através da <a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=CriseEDinheiro&amp;loc=pt_BR"> Newsletter</a> e do <a href="http://twitter.com/#criseedinheiro" target="_blank">Twitter</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Obrigado a todos, mesmo!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até Breve!</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>6 Coisas sobre si que precisa MESMO de saber antes de iniciar o seu negócio</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 11:25:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO PESSOAL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Saber o que precisa para iniciar um negócio, seja ele qual for, pode ser um excelente desafio motivacional que nos leva a superar todas as expectativas, ou pode por outro lado ser um momento de extrema angústia e aumentar ainda mais o ritmo de stress. Numa altura de crise, onde faltam oportunidades de emprego por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2011/01/6-coisas-sobre-si-que-precisa-mesmo-de-saber-antes-de-iniciar-o-seu-negocio/" title="Permanent link to 6 Coisas sobre si que precisa MESMO de saber antes de iniciar o seu negócio"><img class="post_image aligncenter" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2011/01/dreamstimefree_1099063_140x140.jpg" width="140" height="140" alt="Post image for 6 Coisas sobre si que precisa MESMO de saber antes de iniciar o seu negócio" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Saber o que precisa para iniciar um negócio</strong>, seja ele qual for, pode ser um excelente desafio motivacional que nos leva a superar todas as expectativas, ou pode por outro lado ser um momento de extrema angústia e aumentar ainda mais o ritmo de stress.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa altura de crise, onde faltam oportunidades de emprego por conta de outrem, cada vez mais as pessoas equacionam em abrir os seus negócios próprios, ou microempresas, e recorrem a várias opções de financiamento, como também já falei aqui num artigo recente no blogue sobre o<a href="http://www.criseedinheiro.com/2011/01/a-solucao-do-microcredito/" target="_blank"> micro crédito</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Se é um dos muitos milhares de indivíduos que desejam começar a fazer o seu caminho na criação do seu próprio emprego, deve também ter em mente que as estatísticas demonstram que cerca de 95% dos negócios iniciados numa base de &#8220;trabalhar a partir de casa&#8221; não conseguem sobreviver aos primeiros 3 anos de actividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, se pensa em criar um negócio próprio, há algumas coisas que deve considerar antes de se aventurar no desconhecido.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalhar por conta própria, fazendo da sua casa o seu escritório e local de contacto com o mundo, ou seja com os seus potenciais clientes, é algo custoso, logo convém que se dedique a algo que gosta de fazer, e que lhe dê gosto. Caso contrário o fracasso será quase certo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos então ver os pontos essências que deve ponderar antes de avançar com a sua ideia, e mesmo antes de pensar no Plano de negócio, e levar a sua vida, e o seu negócio, para o próximo nível.</p>
<h3 style="text-align: justify;">1. Capacidade de Autonomia de decisão</h3>
<p style="text-align: justify;">Se vai começar um negócio próprio, é preciso ter em conta que a partir de agora não irá depender do seu chefe para a tomada de decisão. Desde as mais pequenas coisas como a escolha de uma caneta para escrever, ao papel para impressora, tudo é decisão sua. Por isso certifique-se de que é capaz de tomar decisões de forma autónoma, e que se sente bem com isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode sempre pedir opiniões sobre um de terminado assunto, mas lembre-se sempre de que a palavra final deve ser sempre sua e de acordo com a sua sensibilidade para os assuntos em questão.</p>
<p style="text-align: justify;">Certifique-se de que está apto a tomar decisões e a saber arcar com as consequências dos seus actos. A partir deste momento não existe mais ninguém para culpar quando as coisas correrem mal.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Descubra as suas fraquezas e elimine-as</h3>
<p style="text-align: justify;">Faça uma auto-análise e descubra as suas fraquezas e descubra como as pode eliminar, ou pelo menos minimizá-las. Talvez necessite de alguma formação específica, ou até provavelmente de modificar hábitos de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao avançar para o seu próprio negócio, tem que ter a certeza de que sabe exactamente quais os seus pontos fracos. Por exemplo se é daquelas pessoas que têm por hábito chegar atrasado a compromissos, faça um plano de trabalho e cumpra-o escrupulosamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se que a partir de agora, não é o relógio de ponto que controla o seu trabalho. Em última análise será a sua conta bancária que o irá controlar. Por isso se a quer ver crescer tem que se esforçar mais do que aquilo que fazia no seu anterior emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">3. Comece devagar mas pense em Grande</h3>
<p style="text-align: justify;">Faça uma coisa de cada vez, e por etapas, num ritmo que lhe permita continuar a aprender enquanto o seu negócio se expande e cresce de forma sustentada. É sempre necessário algum tempo para construir um negócio de sucesso, e realmente não vale a pena correr riscos desnecessários desperdiçando tempo, energia e dinheiro. É também importante que continue a aprender e a desenvolver competências pois o seu negócio só depende de si, e irá até ao nível que você conseguir suportar.</p>
<p style="text-align: justify;">Há uma expressão inglesa que traduz este pensamento que é <strong>Start Small Think Big</strong>, ou seja, comece de maneira a que consiga realmente controlar o que faz, mas pense sempre que para ter sucesso o seu negócio vai chegar a uma altura em que terá que se expandir e crescer.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Tenha um Mentor</h3>
<p style="text-align: justify;">Encontre alguém, que assuma a posição de &#8220;mentor&#8221; do seu negócio, alguém a quem possa recorrer quando necessitar de apoio ou de opinião. Pode ser o cônjuge, um amigo de confiança, ou até mesmo um profissional em &#8220;coaching&#8221; ou treinamento.  O Mentor, permite trazer uma perspectiva de fora sobre o seu negócio, e pode ajudar a determinar quais as áreas chave a que deve dedicar mais atenção em determinado período. Além do mais, uma opinião de fora, pode sempre ajudar a visualizar soluções com mais clareza.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro aspecto é que de certeza que você não domina todas as áreas chave de uma empresa da mesma maneira. Daí que é importante para que você se dedique e aplique o seu esforço nos aspectos que domina. Se é bom a produzir e péssimo a vender, procure alguém que o ajude no Marketing e nas vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nestas alturas pode ser importante contar com um apoio de um ou mais consultores especializados nas áreas que não domina para conseguir vencer a barreira do começo do seu negócio.</p>
<h3 style="text-align: justify;">5. Fontes de Financiamento</h3>
<p style="text-align: justify;">Nos primeiros tempos irá necessitar de financiamento, e nem sempre as suas economias serão suficientes. Procure alternativas como o micro crédito, ou o apoio financeiro dos bancos ou da família e amigos que lhe permita dilatar prazos e negociar melhores condições de pagamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenha sempre em mente de que é sempre conveniente dispor de algum dinheiro como fundo de maneio para as despesas correntes e para aquelas despesas inesperadas que podem comprometer o seu crescimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6 – O local</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Dependendo do negócio que iniciar poderá ou não precisar de um escritório ou armazém. Neste ponto seja honesto e realista consigo próprio e encontre o local adequado às suas necessidades. É preferível começar com pouco e ir crescendo do que começar com muito e depois não conseguir rentabilizar e pagar todos os alugueres.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa primeira fase até pode começar o seu negócio em casa, normalmente para iniciar basta ter um computador, impressora, telefone, Internet, e eventualmente um fax.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas se optar por esta última opção, tente pelo menos se tiver condições para isso, reserve um quarto, ou um local de casa, que seja o seu local de trabalho, e tente não o utilizar para lazer. Verá que a sua concentração aumentará drasticamente.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Resumindo</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Os seus pontos fortes, e as suas características pessoais, podem ser inatos ou terem sido adquiridos ao longo da sua vida profissional, e podem assim ser rentabilizados para o seu negócio. Descobrir uma maneira de capitalizar esses pontos fortes, e torná-los nos seus melhores activos será a sua chave para o sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Acima de tudo lembre-se que <strong>o futuro do seu negócio, dependerá do seu esforço, dedicação e persistência</strong>, mas no final verá recompensado tudo isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já agora, Já pensou em ser patrão de si próprio?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até Breve!</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Vamos esquecer a economia? – Parte 1</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 00:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[DINHEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>

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		<description><![CDATA[Esquecer a economia, mercados, ações, bolsa, obrigações, e outras ferramentas monetárias, poderá ser algo que já nos tenhamos lembrado. Nos últimos tempos as previsões dos economistas, estão cada vez mais a encurtar o seu prazo de validade. Se há uns anos atrás, as previsões dos economistas eram anuais, e eram feitas quase adivinhando os ciclos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2011/01/vamos-esquecer-a-economia-%e2%80%93-parte-1/" title="Permanent link to Vamos esquecer a economia? – Parte 1"><img class="post_image aligncenter" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2011/01/economia3_480x210.jpg" width="480" height="210" alt="Post image for Vamos esquecer a economia? – Parte 1" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Esquecer a economia,</strong> mercados, ações, bolsa, obrigações, e outras ferramentas monetárias, poderá ser algo que já nos tenhamos lembrado. Nos últimos tempos as previsões dos economistas, estão cada vez mais a encurtar o seu prazo de validade.</p>
<p style="text-align: justify;">Se há uns anos atrás, as previsões dos economistas eram anuais, e eram feitas quase adivinhando os ciclos económicos (recessão ou crescimento), cada vez mais os prazos de validade destas análises estão a regredir rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Nenhum economista, teria conseguido prever a actual situação de crise e recessão que vivemos atualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca ficaram confusos quando ouvem as notícias de que o País para combater a crise da dívida pública, está precisamente a vendar mais da sua dívida, procurando assim obter mais rendimento endividando-se.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Parece um pouco confuso, não?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, para escapar à crise de não poderem colocar mais moeda a circular, fazendo assim baixar o valor da moeda em circulação (algo que agora com o Euro só o banco Central Europeu o pode fazer), os governos (neste caso o nosso) está a colocar no mercado financeiro cada vez mais dívida pública para se conseguir financiar, já que não o consegue (ou não quer) fazer de outra forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Ora, o problema da nossa economia, é precisamente este, quanto mais divida se contrair, pior será para a conseguir pagar no futuro.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Crise Financeira ou Económica?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar de parecerem iguais, na verdade não o são. A actual crise financeira, começou devido a um problema económico, mais precisamente devido ao “estouro” da especulação de negócios que se encontravam sobre valorizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, dado o empate de capital que havia numa solução de dinheiro fácil, havendo pessoas que enriqueceram sem ter quase bens nenhuns, ou seja bastava investir algum dinheiro, que a taxa de retorno seria sempre superior ao valor real do preço daquilo que se estava a investir (nesta caso as casas e as formas de financiamento da compra de casa).</p>
<p style="text-align: justify;">E o que faria qualquer um de nós se lhe prometessem o dobro (ou mais) do dinheiro daquilo que investíamos?</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A resposta da maioria de nós seria positiva a uma situação destas, certo?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, foi precisamente isso que toda a gente fez, daí que nos encontremos na situação em que estamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sei bem, que esta minha análise representa o meu ponto de vista e não sou economista. Mas se pararmos um pouco para pensar, a maior parte de nós houve falar em “ mercados” e no “comportamento dos mercados” na “desconfiança de mercados”, e outras expressões mais que conferem a quem as profere um certo grau de autoridade na matéria. No entanto, estes mercados que ouvimos falar são, como já perceberam investidores, que ao investir o seu dinheiro, querem ter garantias de retorno do seu investimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, <strong>os “mercados” compram dívida, </strong>da mesma maneira como nós aplicamos dinheiro em contas de poupança, ou outros produtos financeiros. E quanto maior for o risco de um investimento, mais nós queremos ganhar para cobrir esse mesmo risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja <strong>queremos garantias de que vamos ter o dinheiro de volta,</strong> e na eventualidade de não o vir a ter asseguramos que pelo menos recebemos parte do que emprestamos. Por isso emprestamos com juros mais altos para se perdermos não perdermos tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso estes mercados, não são muito diferentes de qualquer um de nós! O mercado financeiro somos nós todos, com as nossas dúvidas, receios, sonhos, objectivos e tudo o resto.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Soluções precisam-se!</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Se procuramos soluções, então o melhor é esquecermos a economia, e as suas formas de funcionamento, e tentarmos encontrar formas de (sobre)viver à crise, e procurarmos novas formas de ganhar dinheiro, ou seja de diversificar as nossas fontes de rendimentos, para fazermos face às despesas que aumentam cada vez mais, e tentar conseguir por de lado algum dinheiro para preparamos o futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, que formas é que podemos encontrar quando os custos associados a montar um pequeno negócio, ou encontrar outro emprego, são cada vez maiores?</p>
<p style="text-align: justify;">Já pensaram que a única economia que <strong>continua a crescer é precisamente a Economia Digital?</strong> Neste caso concretos os negócios baseados na Internet?</p>
<p style="text-align: justify;">Se pensaram nisto, então não devem querer perder os próximos artigos aqui no blogue, onde vou falar de como podem ter uma abordagem aos negócios da Internet, e formas de os dinamizar, para ganhar mais algum dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por isso&#8230; Vamos esquecer a economia, e dedicarmo-nos ao trabalho!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já agora, gostava que partilhassem a vossa opinião sobre este assunto, por isso deixem um comentário e participem na discussão.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até Breve!</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A solução do Microcrédito</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2011/01/a-solucao-do-microcredito/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Jan 2011 16:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANÁLISES]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[GESTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PAGAR CONTAS]]></category>
		<category><![CDATA[TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos]]></category>
		<category><![CDATA[RECURSOS HUMANOS]]></category>

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		<description><![CDATA[Se está a pensar arrancar com um negócio próprio e precisa de financiamento, o micro crédito pode ser a solução ideal para si. Mas precisa de ter em atenção alguns pressupostos, para que possa recorrer a esta solução de financiamento. Por isso, se tem uma ideia para um negócio ou empresa e não sabe como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2011/01/a-solucao-do-microcredito/" title="Permanent link to A solução do Microcrédito"><img class="post_image alignnone frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2010/02/microcrédito.jpg" width="111" height="94" alt="microcrédito" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se está a pensar arrancar com um negócio próprio</strong> e precisa de financiamento, o<strong> micro crédito</strong> pode ser a solução ideal para si. Mas precisa de ter em atenção alguns pressupostos, para que possa recorrer a esta solução de financiamento. Por isso, se tem uma ideia para um negócio ou empresa e não sabe como conseguir financiamento para o mesmo, leia este artigo e pode ser que tenha aqui a solução para o seu problema.</p>
<h3 style="text-align: justify;">1 -Porque deve (e pode) recorrer ao micro crédito?</h3>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar e como o nome indica <strong>o micro crédito é uma boa aposta para começar sem grandes riscos um pequeno negócio, ou garantir o fortalecimento de um micro negócio já existente.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se todos temos consciência de que os primeiros tempos de qualquer actividade são aqueles que mais investimento necessitam, então é também certo que a via mais utilizada é a utilização de fundos próprios (ou pedidos emprestados a amigos e família que nos confiem as suas poupanças).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas se pretende iniciar um negócio, irá precisar de reforçar a sua tesouraria para os primeiros tempos, porque o grande problema de qualquer empresa são os recebimentos por parte dos seus clientes, dos produtos que vende ou dos serviços que presta.</p>
<p style="text-align: justify;">E numa fase de lançamento de um novo projecto, os primeiros tempos são sempre os piores, porque apenas podemos contar connosco próprios para conseguir superar as dificuldades iniciais.</p>
<p style="text-align: justify;">E é precisamente aqui que o recurso ao micro-crédito pode marcar a diferença entre o arranque do seu projecto, ou o &#8221; morrer na praia&#8221;. Vamos lá então ver isto por partes:</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>2 &#8211; A Aposta da União Europeia: € 100 milhões para o Microcrédito</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">No quadro das respostas da União Europeia ao crescimento constante do desemprego devido à crise, o microcrédito <strong>destina-se preferencialmente a trabalhadores desempregados ou em risco de perder o seu emprego e que tencionam estabelecer o seu próprio negócio</strong>. Calcula&#8211;se que o financiamento inicial de € 100 milhões deverá mobilizar 45 mil empréstimos num montante global de cerca de € 500 milhões, em cooperação com as instituições financeiras internacionais como o Banco Europeu de Investimentos. Deverá estar em pleno funcionamento em 2010 e contemplará, para além dos empréstimos, actividades de acompanhamento e formação.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>2 &#8211; O que é o Microcrédito?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O  microcrédito é um pequeno empréstimo bancário destinado a apoiar pessoas que não  têm acesso ao crédito bancário, mas querem desenvolver uma actividade económica  por conta própria e, para isso, reúnem condições e capacidades pessoais, que  antecipam o êxito da iniciativa que pretendem tomar.</p>
<p style="text-align: justify;">O  microcrédito tem a aparência de um pequeno crédito, que o é, mas é muito mais do  que isso. Não basta  apenas ser um pequeno negócio para que o crédito seja microcrédito. Para que o  seja tem que, adicionalmente, respeitar os seguintes pressupostos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> <strong>Pessoas a quem se destina:</strong> são pessoas, que não têm acesso ao crédito  	bancário normal e desejam realizar um pequeno investimento, tendente à  	criação de um negócio através do qual pretendem criar o seu próprio emprego;</li>
<li> <strong>A  	iniciativa de investimento</strong> a que se propõem tem virtualidades para se poder  	vir a transformar numa actividade sustentável, capaz de gerar um excedente  	de rendimento e garantir, o reembolso do capital emprestado;</li>
<li> Tende a ser ilimitado o crédito de confiança estabelecido entre os  	empreendedores e a ANDC (associação Nacional de Direito ao Crédito) e <em>vice-versa</em>; estabelece-se uma espécie de  	contrato de confiança entre os microempresários e a ANDC;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O processo do microcrédito não consiste apenas na atribuição do crédito; os  candidatos têm a garantia de apoio na preparação do dossier de investimento e,  após o financiamento, na resolução dos problemas com que se possam confrontar  com o desenvolvimento do negócio.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3 &#8211; Posso pedir um microcrédito ?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A  resposta é positiva se<strong> </strong>forem verificadas, simultaneamente, as condições  seguintes:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não  tem acesso ao crédito bancário normal;</li>
<li>Não  possui incidentes bancários activos;</li>
<li>Está desempregado, em riscos de o poder vir a estar ou sem ocupação estável;</li>
<li>Tem  uma <em>boa ideia</em> que justifica o desenvolvimento de um negócio com  perspectivas de sucesso;</li>
<li>Pretende criar o seu próprio emprego, para o que possui formação e competências  adequadas;</li>
<li>Revela uma forte vontade e capacidade de iniciativa para se envolver no negócio.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; Qual o montante máximo que se pode pedir?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O montante máximo que pode solicitar à  	ANDC é, nas condições actuais, é de € 10 mil; no entanto, no caso de o negócio  	justificar a atribuição de um valor superior a € 7 mil, ele será atribuído  	em duas fatias: a primeira, até € 7 mil, no início do primeiro ano e a  	segunda fatia de financiamento, no montante complementar, no início do segundo ano, se as condições  	de evolução do negócio o justificarem.</p>
<p style="text-align: justify;">- Não constitui condição de exclusão a possibilidade de associar  	financiamentos com origens diversas, aumentando, desse modo, a capacidade de  	financiamento do microempresário e, por isso, também, a dimensão do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">- No caso de o projecto ter financiamentos  	múltiplos, a ANDC, na apreciação da sua viabilidade, terá em conta a  	globalidade do projecto, correspondente ao conjunto dos financiamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">- Em certas situações, o  microcrédito pode, assim, servir para complementar outros apoios financeiros públicos. Por isso, se recebeu,  ou pensa receber, outros apoios financeiros para criar a sua própria empresa   (ex. ACPE &#8211; auto criação do Posto de trabalho ou ILE &#8211; Iniciativa local de Emprego) e estes não são suficientes, pode estudar a hipótese de recorrer  a um empréstimo bancário, através da ANDC.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5 &#8211; Para que tipo de negócio é que pode pedir um microcrédito?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Todos os tipos de negócio são admissíveis, desde  que se conclua que podem ter êxito com o financiamento disponível e o exercício  da respectiva actividade não contrarie os princípios pelos quais se regem o  microcrédito e a ANDC.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, muito mais haveria a dizer sobre a utilização do microcrédito, mas se quiserem saber mais de como funciona, e se se aplica ao vosso caso, sugiro que visitem a página <a href="http://www.microcredito.com.pt" target="_blank">http://www.microcredito.com.pt</a> e verifiquem os requisitos e se o vosso plano de negócio se encaixa, para assim puderem dar inicio sustentado ao vosso projecto, e sair das inúmeras listas de desempregados ou de pessoas em situação de perder o emprego, e tornarem-se empresários de <a href="http://www.criseedinheiro.com/2011/01/6-habitos-para-aumentar-o-sucesso-profissional-e-pessoal/" target="_blank">sucesso</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por último, há já diversos bancos que também concedem microcrédito aos seus clientes, por isso não custa ver se o banco com que trabalha lhe pode oferecer esta solução.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acham que o microcrédito pode ser uma solução eficaz para o arranque de alguns negócios? Digam de vossa justiça e deixem um comentário!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até Breve!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>4 maneiras para ensinar o valor do dinheiro aos mais novos</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2011/01/como-ensinar-o-valor-do-dinheiro-aos-mais-novos/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 10:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[TUTORIAIS]]></category>

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		<description><![CDATA[Ensinar o valor do dinheiro aos mais novos, é uma das lições mais valiosas que se pode oferecer aos mais pequenos, para que estes conheçam e pratiquem a responsabilidade sobre o valor do dinheiro e da forma como o gastar de maneira responsável. Afinal, tudo o que comece cedo a ser ensinado tem mais possibilidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2011/01/como-ensinar-o-valor-do-dinheiro-aos-mais-novos/" title="Permanent link to 4 maneiras para ensinar o valor do dinheiro aos mais novos"><img class="post_image aligncenter frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2010/01/mealheiro.jpg" width="219" height="231" alt="mealheiro" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ensinar o valor do dinheiro aos mais novos,</strong> é uma das lições mais valiosas que se pode oferecer aos mais pequenos, para que estes conheçam e pratiquem a responsabilidade sobre o valor do dinheiro e da forma como o gastar de maneira responsável. Afinal, tudo o que comece cedo a ser ensinado tem mais possibilidades de ser entendido e praticado anos mais tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além do mais, se hoje vivemos uma crise económica, será também em parte a termos esquecido, ou fazerem-nos esquecer, os ensinamentos que tivemos quando éramos mais pequenos e não dávamos o devido valor às coisas, principalmente ao valor do dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, e para relembrar como conseguir ensinar o valor do dinheiro às crianças aqui ficam alguns pequenos exercícios, para ajudar nesta tarefa:</p>
<h3 style="text-align: justify;">1 – Pague uma pequena mesada semanal, para que aprendam o que é um orçamento</h3>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas acham que atribuir uma recompensa monetária para encorajar os mais novos a executarem pequenas tarefas, como uma forma de ensinar o conceito de trabalhar para viver. Enquanto outras consideram que a execução de pequenas tarefas deve ser encorajada sem se utilizar como recurso uma retribuição (ou prenda, ou oferta), ou seja, sem que seja atribuído um valor em dinheiro, para que as crianças saibam que existem responsabilidades familiares que devem ser partilhadas por todos os seus elementos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em qualquer dos casos, uma mesada, ou semanada, é uma forma de restringir o consumismo, já que se está a estabelecer limites para o que eles podem comprar com esse dinheiro. Além do mais, se desejarem algo que custe mais do que o dinheiro que têm disponível, está-se a encorajar a poupança.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p class="note" style="text-align: justify;"><strong>Uma nota apenas sobre isto:</strong> Deixar gastar o dinheiro que lhes é atribuído, sem recriminações sobre as suas escolhas (pode-se orientar as decisões, mas é melhor deixá-los tomar a última palavra), é uma forma de aumentar a sua responsabilidade para com as decisões que tomarem. Não há melhor exemplo do que a experiência!</p>
<h3 style="text-align: justify;">2 – Dar Oportunidades para ganharem dinheiro extra</h3>
<p style="text-align: justify;">Dar oportunidades para ganhar dinheiro extra, para que assim aprendam que com um esforço suplementar resulta em recompensa. Isto dá-lhes a oportunidade de ganhar dinheiro para ocasiões especiais, ou para uma compra mais importante para elas.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, deve-se sempre manter a relação entre a realização de pequenas tarefas com o rendimento escolar, ou seja, só haverá lugar a recompensas quando hajam também boas notas na escola.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3 – Encorajar a Poupança</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Encorajar a poupança, é meio caminho para que se faça disso um hábito. É mais fácil poupar-se quando se tem um determinado objective em vista, como um brinquedo novo, ou um jogo para a consola, ou uma bicicleta. A maior parte das crianças precisará de um pequeno incentive para que poupe, e se for esse o caso, pode sempre estabelecer que da mesada ou semanada, seja sempre posto de parte uma percentagem desse valor para poupança.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p class="alert">Pode sempre dar uma ajuda extra na poupança, comparticipando por exemplo com 50 cêntimos por cada 1 euro que for poupado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4 – Ensinar o básico sobre investimento</h3>
<p style="text-align: justify;">Se ensinar como investir, a criança perceberá como fazer aumentar o valor das suas poupanças. De inicio basta apenas explicar que se o dinheiro for aplicado numa conta a prazo, no final desse tempo ele terá de volta o dinheiro que investiu, acrescido de mais um valor por o ter poupado.</p>
<p style="text-align: justify;">Falo aqui apenas da conta a prazo, por ser o tipo de investimento que não apresenta risco. É claro que mais tarde pode ir falando de outras opções onde o riso seja maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca se esqueça que a maneira como trata o dinheiro, será provavelmente a influência mais importante que a criança terá na sua relação com o dinheiro. Por isso, se apenas fizer compras de grande importância apenas depois de investigar e verificar qual o melhor preço, ou melhores condições, as crianças irão também elas ser cautelosas quando quiserem comprar algo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p class="alert">Afinal o melhor exemplo que podemos dar para evitar crises financeiras, é explicar o valor do dinheiro, e não há nada como começar cedo!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já agora, conhecem mais maneiras de explicar o valor do dinheiro? Partilhem-nas e façam o vosso comentário!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até Breve!</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Investir em Moedas de Ouro como complemento para a reforma</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2011/01/investir-em-moedas-de-ouro-como-complemento-para-a-reforma/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 12:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANÁLISES]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>

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		<description><![CDATA[Investir em moedas de ouro, pode ser uma forma de investimento seguro e servir como complemento de rendimentos, até mesmo como um complemento de reforma. Se pensarmos que os sistemas de segurança social começam a apresentar sinais de falência, e já não podemos contar apenas com o Estado para nos garantir a reforma, torna-se evidentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2011/01/investir-em-moedas-de-ouro-como-complemento-para-a-reforma/" title="Permanent link to Investir em Moedas de Ouro como complemento para a reforma"><img class="post_image alignnone frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2011/01/moedas-de-ouro.jpg" width="125" height="94" alt="Post image for Investir em Moedas de Ouro como complemento para a reforma" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Investir em moedas de ouro</strong>, pode ser uma forma de investimento seguro e servir como complemento de rendimentos, até mesmo como um complemento de reforma. Se pensarmos que os sistemas de segurança social começam a apresentar sinais de falência, e já não podemos contar apenas com o Estado para nos garantir a reforma, torna-se evidentes que precisamos de encontrar formas alternativas de investimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente encontrei um site que apresenta algumas alternativas interessantes em moedas de ouro para a constituição de uma alternativa eficaz e sem risco.</p>
<p style="text-align: justify;">O site em questão chama-se <a href="http://www.goldcoinsgain.com/">Gold Coins Gain</a> e apresenta uma séria de alternativas bastante interessantes do ponto de vista de investimento e acima de tudo do lucro possível de obter, praticamente sem risco associado.</p>
<h2 style="text-align: justify;">1 &#8211; Moedas de Ouro como complemento para a reforma</h2>
<p style="text-align: justify;">Os habituais planos poupança reforma como os conhecemos, são produtos financeiros que podem ou não estar associados a determinados fundos de investimento que podem ou não ter variáveis de risco associados.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, são cada vez mais as pessoas que começam a constituir formas alternativas de complemento para as suas reformas. Nos Estados Unidos, chama-se a isto Independent Retirement Account, ou IRA. Assim, no Gold Coins Gain, pode-se encontrar um produto chamado de <a href="http://www.goldcoinsgain.com/gold-ira-and-gold-401k-accounts.html">Gold IRA</a> . Ou seja, trata-se de tentar ter uma Reforma Dourada, ou <a href="http://www.goldcoinsgain.com/gold-ira-and-gold-401k-accounts.html">IRA Gold</a> .</p>
<h3 style="text-align: justify;">2 – Planos de poupança</h3>
<p style="text-align: justify;">O comum nos Estados Unidos, é haver contas para a reforma associadas a planos de poupança que podem ser feitos pelas próprias pessoas, ou financiadas em parte pelas empresas onde trabalham, que são as chamadas contas 401K ou 401 plan.</p>
<p style="text-align: justify;">E também aqui as pessoas podem fazer um investimento interessante em moedas de ouro nas contas 401k, o equivalente aos nossos planos poupança reforma, ou seja um <a href="http://www.goldcoinsgain.com/gold-ira-and-gold-401k-accounts.html">Gold 401k</a> .</p>
<h3 style="text-align: justify;">3 – Condições económicas que contribuem para um lucro maior</h3>
<p style="text-align: justify;">As contas <a href="http://www.goldcoinsgain.com/gold-ira-and-gold-401k-accounts.html">401k Gold</a>, ou seja o equivalente aos nossos planos poupança reforma beneficiam em situações de crise, porque é precisamente nestas alturas que o preço do ouro normalmente costuma subir. Ora, nos planos poupança reforma que estão associados a fundos de investimento em acções acontece precisamente o contrário: descem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">4 – As alternativas</h3>
<p style="text-align: justify;">Se vivêssemos nos Estados Unidos poderiamos também fazer transferências em ouro para o nosso plano poupança reforma, as chamdas <a href="http://www.goldcoinsgain.com/gold-ira-and-gold-401k-accounts.html">Gold IRA transfer</a>, e assim associar ao nosso portefólio uma opção segura e sem risco, e com grande possibilidade de crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A título de exemplo, quem tivesse comprado 25.000 dólares de moedas de ouro maciço em 2000, teria visto o seu valor aumentar em 2009 para 103,457 dólares. O que seria um excelente aumento de capital dificilmente comparável a outro tipo de produtos financeiros sem risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Já há algum tempo que escrevi aqui no blogue sobre o <a href="../../../../../2009/03/balanco-entre-risco-e-retorno/">balanço entre Risco e Retorno</a>, e ao visitar este site, achei que seria interessante falar sobre uma alternativa segura e confiável para uma poupança ou investimento cuja principal tendência, nestes tempos de incerteza, será a de se tornar uma maneira eficaz de aumentar rendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Por último, e sabendo nós como anda a economia mundial, e principalmente aquela que nos diz mais respeito, a do nosso país, esta poderia ser uma forma de conseguirmos obter um complemento às nossas prováveis reformas daqui a uns anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E vocês o que pensam disto? Deixem o vosso comentário e partilhem as vossas opiniões!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até Breve!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Agradecimentos ao site Golcoinsgain.com pelo interesse em publicar aqui no blogue.</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.criseedinheiro.com">Crise e Dinheiro</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>6 Dicas eficazes para controlar o dinheiro no casamento</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2010/12/6-dicas-eficazes-para-controlar-o-dinheiro-no-casamento/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 23:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[PAGAR CONTAS]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos problemas de qualquer casamento passa pelas questões relacionadas com o dinheiro. Se os casais não são capazes de se entender nas questões básicas de dinheiro, e na forma de o controlar, isso pode tornar-se uma fonte de conflito dentro do casamento. Muitas vezes a falta de dinheiro num casamento faz com que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://www.criseedinheiro.com/2010/12/6-dicas-eficazes-para-controlar-o-dinheiro-no-casamento/" title="Permanent link to 6 Dicas eficazes para controlar o dinheiro no casamento"><img class="post_image aligncenter frame" src="http://www.criseedinheiro.com/wp-content/uploads/2010/12/casamento-e-dinheiro.jpg" width="259" height="194" alt="casamento e dinheiro" /></a>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Um dos problemas de qualquer <strong>casamento</strong> passa pelas questões relacionadas com o dinheiro. Se os casais não são capazes de se entender nas questões básicas <strong>de dinheiro, e na forma de o controlar</strong>, isso pode tornar-se uma fonte de conflito dentro do casamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes <strong>a falta de dinheiro num casamento </strong> faz com que o que era um mar de rosas se transforme num verdadeiro caos. Segundo pesquisas, o motivo de brigas de 84% de pessoas casadas com seus cônjuges não é por problemas com sexo ou com os filhos, mas sim por falta de dinheiro. Geralmente isso se dá quando apenas um trabalha, pois na maioria das vezes pode ser que se sinta pressionado pelas preocupações em manter a casa, enquanto o outro parceiro, de certa forma, atrapalha um pouco o planeamento do orçamento familiar por gastar o dinheiro sem informar</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar conflitos de dinheiro num casamento, pode considerar estas dicas:</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>1. Antes do casamento faça um acordo pré-nupcial</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Nem sempre é bem visto fazer um acordo pré-nupcial já que pode ser visto como um acto de desconfiança entre as partes. Mas acaba por ser uma excelente ferramenta legal para proteger as finanças do casal. Num processo de divórcio, um acordo pré-nupcial protege ambos e serve como uma garantia do património de cada um dos elementos. Não tema, seja aberto com o/a seu/sua parceiro/a e falem sobre a melhor opção.</p>
<p style="text-align: justify;">Convém também estipular o tipo de regime matrimonial que pretendem adoptar.</p>
<p><strong>- </strong><em>Um acordo pré nupcial deve estabelecer regras em relação a:</em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<ul>
<li> Bens e dívidas antes do       casamento;</li>
<li> Planos de heranças e de       património;</li>
<li> Divisão de bens no caso de um       eventual divórcio;</li>
<li> Poderá incluir uma data de       revisão do documento, para corrigir ou actualizar no caso de ocorrerem       mudanças (por exemplo, o nascimento de filhos).</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>2 – Discuta abertamente a sua opinião</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Falar abertamente sobre diversos problemas relacionados com dinheiro dentro de um casamento, pode ser uma forma de atenuar potenciais fontes de conflito. <strong>Certifique-se de que entende o ponto de vista do seu parceiro</strong>, sobre aspectos relevantes como: fontes de rendimento, gastar dinheiro, poupanças, investimentos, e empréstimos. Se um dos elementos se sentir confortável com elevados índices de empréstimos e o outro não gostar de pagar elevadas taxas de juro, esta pode ser a altura para compreender o que o outro pensa e de que forma podem chegar a um acordo mútuo.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferentes pontos de vista sobre o dinheiro, irão surgir em diferentes alturas de um casamento. Por isso não convém começar logo de inicio com questões não faladas, e que podem num futuro começar a minar uma relação.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>3 – Estabelecer objectivos básicos, e desenvolver um orçamento escrito</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Já referi há uns tempos atrás sobre <a href="http://www.criseedinheiro.com/2008/11/como-estabelecer-objectivos-eficazes/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">como estabelecer objectivos eficazes</span></a> , e isto pode ser útil, especialmente quando começarem a surgir os primeiros desentendimentos sobre dinheiro num casamento. Nessa altura será uma ajuda preciosa se souber parar e pensar nos objectivos de vida que se estabeleceram e quais aqueles que estão a ser cumpridos. Dentro destes podem ser onde queremos estar daqui a 10, 20 ou 30 anos? Quais são os objectivos de vida mais importantes, e o que é necessário fazer para os concretizar?</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de sistematizar, e definir objectivos pode ajudar a resolver diferentes pontos de vista dentro de um casal, forçando-os assim a assumirem compromissos um com o outro, e a fazerem tomadas de decisão conjuntas sobre o modo como irão gastar o seu dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de poder parecer um processo algo “doloroso”, enfrentar estes problemas logo de inicio pode ajudar a evitar mal-entendidos no futuro. É sempre mais fácil discutir sobre preferências de compra numa base de teoria, do que discutir acerca de uma compra efectuada por um dos elementos do casal sem o conhecimento ou consentimento do outro.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>4 – Contas Bancárias Conjuntas ou separadas.</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Em qualquer casamento existe sempre uma junção de vontades, e alguns casais preferem ter contas bancárias conjuntas, enquanto outros não se sentem à vontade ao sentir que vão perder o controlo sobre as suas contas, e sobre o seu dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os casais que têm atitudes de compra muito diferentes um do outro, a melhor opção é optar por contas separadas, para assim diminuir algum foco de tensão. No entanto, podem sempre abrir contas conjuntas para as despesas em comum (casa, compras de supermercado, entre outras). E se houver ainda dinheiro disponível depois disso cada um dos elementos do casal deverá poder usar para as suas compras pessoais que não afectem o orçamento familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do mais, este excedente pode sempre servir para comprar uma surpresa para o outro…</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>5 – Divisão de Responsabilidades Financeiras</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Um outro aspecto a considerar num casamento, é a decisão sobre quem irá lidar com as questões financeiras, como o pagamento de contas, a preparação de impostos, decisões de investimento, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Poderá haver um dos elementos do casal que se sinta mais à vontade para lidar com algumas questões do que com outras. No entanto as decisões mais importantes em termos de aplicação de dinheiro, devem ser tomadas em conjunto. Afinal num casamento deve imperar a vontade dos dois.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>6 – Fazer uma avaliação periódica</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Podem escolher uma data, mensal, bimensal, enfim o que considerarem mais apropriado, para fazer uma revisão sobre os aspectos financeiros da vida do casal. Assim, ambos estarão informados e existe uma altura própria para falarem sobre assuntos relacionados com o dinheiro no casamento</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes o que falta na vida do casal é organização das finanças, se conseguirem por em dia esse aspecto, muitos dos problemas poderão ser minimizados ou mesmo encerrados.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter uma folha de orçamento ajuda muito na hora de ter um controle sobre os gastos por isso façam uma. Ou em alternativa podem sempre <a href="http://www.criseedinheiro.com/2010/12/controlar-contas-com-o-gescontas/" target="_blank">controlar contas com o Gescontas,</a> e basta apenas serem assinantes por <strong><a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=CriseEDinheiro&amp;loc=pt_BR">Email</a> </strong>do blogue para obterem este programa de forma gratuita.</p>
<p style="text-align: justify;">Converse com seu cônjuge e tentem chegar a um acordo para que juntos consigam realizar seus sonhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já agora, conhecem mais dicas que sejam importantes? Deixem as vossas opiniões e comentários!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até Breve!</p>
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