Viver na crise ou sobreviver à crise, tem sido um dos temas mais falados na actualidade. E é aqui que na maior parte das vezes a nossa escolha deixa de ser uma escolha livre, para ser uma “escolha forçada”.

Confesso-vos que quando iniciei este blogue há quase dois anos, nunca esperei que a temática da crise se mantivesse tão actual como o tem sido. No entanto, passados estes quase dois anos, eis que a palavra crise se mantém extremamente actual nas pesquisas feitas no Google.

Mas, mais importante do que o valor das palavras, é a implicação que essa palavra de crise tem cada vez mais no nosso dia-a-dia. De facto, para onde quer que olhemos, ou basta ligar a televisão, o rádio, ou um qualquer jornal, e lá está ela – a crise – a obrigar a uma nova alteração qualquer ao nosso quotidiano.

Mas então, o que podemos fazer para sobreviver à crise? Vamos então por partes:

1 – Mudar de Hábitos

Uma das primeiras implicações que a crise nos obriga é a mudar os nossos hábitos de consumo, e a pensar duas, três e até quatro vezes, antes de gastarmos dinheiro. Já aqui escrevi sobre alguns pequenos truques que podemos utilizar, como sejam a importância de ter um orçamento mensal.

2 – Ter consciência das dificuldades

As dificuldades trazidas pela crise, sentem-se cada vez mais, e o seu reflexo é sentido de perto pela nossa conta bancária. Assim, é preferível estar atento e ter sempre debaixo de olho as pequenas despesas, já que sem darmos por isso acabamos por gastar mais do que gostaríamos.

3 – Apertar o cinto

Aqui, nem vale a pena escrever mais nada, o (des)governo conduziu-nos a “emagrecer” as nossas poupanças e o dinheiro disponível, com as consequências directas no número que temos de vestuário. Afinal a expressão de “apertar o cinto” começa a ser visível não em sentido figurado, mas nos buracos do cinto que utilizamos para prender as calças na cintura.

4 – Manter o espírito optimista

Bem, aqui a única coisa que nos resta fazer é mesmo manter o espírito aberto, e acreditar que as mudanças vão ocorrer. Apesar de não sabermos quando, e de sentirmos que “a coisa está negra”, como por hábito somos um povo de brandos costumes, vamos mantendo a esperança de que esta crise não poderá (sobre)viver para sempre.

Já agora, acham que estamos a viver na crise ou a sobreviver à crise?

Partilhem a vossa opinião, e deixem um comentário.

Até Já!

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