Não sei qual será a próxima Era, sei que estamos vivendo a era do cliente, a era do consumidor. Não se vendem mais produtos ou serviços, eles são comprados, e com eles vão informações e qualidades, como insisto sempre, apresentados como soluções.
As pessoas querem saber do produto: O que faz? Como funciona? Quanto dura? Quanto custa? Se existem outras opções mais caras, mais baratas.
Aí estão as informações a que me referia se o produto ou serviço que você vende não precisa ter estas questões respondidas, óptimo! Mas antes de darem uma resposta definitiva, vamos analisar melhor o comportamento do consumidor…..
Vender ou fazer com que as pessoas comprem?
A pergunta até pode parecer um pleonasmo, mas a verdade é que cada vez se vende menos. O que acontece é que as pessoas compram aquilo que necessitam ou que são induzidas a comprar.
Mas, por paradoxal que possa parecer, o preço é uma das variáveis que já não tem o peso que costumava ter. Isto porque com a quantidade de bens e serviços semelhantes, o factor preço não é tão determinante assim. O cliente costuma dar mais valor às questões intangíveis, como é o caso do serviço ao cliente.
Por falar em serviço ao cliente, já há uns tempos atrás deixei aqui 7 dicas para criar um serviço ao cliente.
Afinal, a importância não deve ser nunca a venda pro si, já que há que considerar que a qualidade assume uma importância relevante, já que quando se paga mais exige-se qualidade.
E  o que o cliente quer, não é apenas a qualidade no pós-venda. E se o produto quebrar? E se depois descobrir que não era bem isso que queria? Poderá trocar? Poderá ter seu dinheiro de volta? Tudo isto está agregado ao quesito qualidade.
O cliente é exigente, conhece seus direitos, sabe o que quer, e o quanto está disposto a pagar. Merece ser chamado pelo nome, quer ser lembrado, não só quando quiserem lhe vender outra coisa, mas no seu aniversário, e em outras ocasiões, e acredite! Ele gosta de promoções, de descontos, e de lançamentos.

A partir disto podemos observar:

Por que se perde um cliente?

-Por falecimento: 1%
-Por mudança de endereço: 5%
-Por amizades comerciais: 5%
-Por maiores vantagens em outras empresas: 10%
-Por reclamações não atendidas: 14%
-Por indiferença e mau atendimento: 63%

Assim, a ênfase deve ser dada não só na prospecção comercial e na identificação das necessidades do cliente, mas acima de tudo na fidelização da carteira de clientes existente.

Não nos podemos esquecer que enquanto clientes, nós exigimos ser bem tratados e quando não o somos, não temos muito o hábito de reclamar, pura e simplesmente vamos para a concorrência que nos oferece o mesmo serviço e pomos um ponto final no assunto.

Reparem que assim como na realidade empresarial, também nos blogues isto se aplica. Afinal quem descobre um blogue, irá tornar-se leitor (cliente), se sentir que o seu conteúdo lhe será útil, seja a título informativo, educacional, profissional, social, e por aí fora.

Afinal o que seria das empresas sem clientes e dos blogs sem leitores?

Já agora deixe um comentário e dê-me a sua opinião. Afinal esta é também a era dos leitores 🙂

Até Breve!

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