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	<title>Comentários em: Os recém-licenciados e a experiência profissional</title>
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	<description>Gestão, Carreiras, Dinheiro, Rentabilizar a vida, e muito mais....</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 19:52:32 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Pedro</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2009/05/os-recem-licenciados-e-a-experiencia-profissional/comment-page-1/#comment-512</link>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2009 14:23:33 +0000</pubDate>
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		<description>@Renata
Concordo inteiramente contigo! E o que me levou a escrever este post, foi precisamente a ideia de tentar fazer ver alguma &quot;realidade&quot; à montanha de candidatos que recebo diariamente no meu e-mail profissional.
Mais uma vez obrigado pelos teus excelentes comentários!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Renata<br />
Concordo inteiramente contigo! E o que me levou a escrever este post, foi precisamente a ideia de tentar fazer ver alguma &#8220;realidade&#8221; à montanha de candidatos que recebo diariamente no meu e-mail profissional.<br />
Mais uma vez obrigado pelos teus excelentes comentários!</p>
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		<title>Por: Renata Martins</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2009/05/os-recem-licenciados-e-a-experiencia-profissional/comment-page-1/#comment-511</link>
		<dc:creator>Renata Martins</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2009 07:38:09 +0000</pubDate>
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		<description>Foi o meu estágio curricular que me abriu portas para o meu actual emprego. Existiu necessidade de contratar uma pessoa na minha área, devido a alterações internas e, como gostaram do meu trabalho, foi-me proposta a realização de estágio profissional (ao abrigo do IEFP e remunerado), sendo que no final do estágio foi-me proposta a celebração de contrato. Se o percurso for este,  a realização de estágios faz-me sentido. 
Os estagiários necessitam das empresas e as empresas dos estagiários. Acho que o caso muda de figura quando existe conclusão de um grau académico que permita exercer em pleno. Aí não me faz sentido nenhum que empresas de mês a mês apresentem anúncios em que a troco de 3 a 6 meses de trabalho oferecem somente o subsídio de alimentação como pagamento. Se fizermos contas, quem aceita esse tipo de função e tenha despesas de deslocação, quase que paga para trabalhar (supostamente o que deveria de acontecer é o inverso). 
Acho que não se deve sacrificar tudo em nome da aquisição de experiência. Na minha àrea existem centenas de desempregados e todos os anos se formam mais umas centenas largas de novos profissionais, o que acaba por ser um ciclo vicioso! 
Não sei até que ponto uma entidade empregadora valoriza esse tipo de &quot;experiência&quot; (incluo aqui os estágios não remunerados e os &quot;voluntariados&quot;), porque o trabalhador não se sabe valorizar a si próprio: se aceitamos trabalhar gratuitamente, então as nossas competências não são assim tão valiosas. Trabalho gratuito é o que as empresas propõem com este tipo de oferta e para mim, sinceramente, aceitar este tipo de proposta é estar a deitar o dinheiro investido, em pelo menos 5 anos de formação, pela janela fora.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foi o meu estágio curricular que me abriu portas para o meu actual emprego. Existiu necessidade de contratar uma pessoa na minha área, devido a alterações internas e, como gostaram do meu trabalho, foi-me proposta a realização de estágio profissional (ao abrigo do IEFP e remunerado), sendo que no final do estágio foi-me proposta a celebração de contrato. Se o percurso for este,  a realização de estágios faz-me sentido.<br />
Os estagiários necessitam das empresas e as empresas dos estagiários. Acho que o caso muda de figura quando existe conclusão de um grau académico que permita exercer em pleno. Aí não me faz sentido nenhum que empresas de mês a mês apresentem anúncios em que a troco de 3 a 6 meses de trabalho oferecem somente o subsídio de alimentação como pagamento. Se fizermos contas, quem aceita esse tipo de função e tenha despesas de deslocação, quase que paga para trabalhar (supostamente o que deveria de acontecer é o inverso).<br />
Acho que não se deve sacrificar tudo em nome da aquisição de experiência. Na minha àrea existem centenas de desempregados e todos os anos se formam mais umas centenas largas de novos profissionais, o que acaba por ser um ciclo vicioso!<br />
Não sei até que ponto uma entidade empregadora valoriza esse tipo de &#8220;experiência&#8221; (incluo aqui os estágios não remunerados e os &#8220;voluntariados&#8221;), porque o trabalhador não se sabe valorizar a si próprio: se aceitamos trabalhar gratuitamente, então as nossas competências não são assim tão valiosas. Trabalho gratuito é o que as empresas propõem com este tipo de oferta e para mim, sinceramente, aceitar este tipo de proposta é estar a deitar o dinheiro investido, em pelo menos 5 anos de formação, pela janela fora.</p>
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		<title>Por: Pedro</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2009/05/os-recem-licenciados-e-a-experiencia-profissional/comment-page-1/#comment-510</link>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 21:28:44 +0000</pubDate>
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		<description>@nuno
Concordo contigo, mas penso que tendo em conta o cenário actual, vale mais a pena encarar o estágio como uma forma de aprendizagem!

@ Renata
Bem vinda ao blogue e obrigado pelo comentário. A verdade é que eu também já fui estagiário e já fui também orientador de muitos estagiários. O que lamento acima de tudo é a atitude que a amior parte das empresa tem para com os estagiários. E aí acho que estamos todos de acordo que são vistos como &quot;escravos&quot; para fazer o serviço que fazem os profissionais, com a única diferença que não são remunerados por isso.

Obrigado aos 2 pelos comentários!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@nuno<br />
Concordo contigo, mas penso que tendo em conta o cenário actual, vale mais a pena encarar o estágio como uma forma de aprendizagem!</p>
<p>@ Renata<br />
Bem vinda ao blogue e obrigado pelo comentário. A verdade é que eu também já fui estagiário e já fui também orientador de muitos estagiários. O que lamento acima de tudo é a atitude que a amior parte das empresa tem para com os estagiários. E aí acho que estamos todos de acordo que são vistos como &#8220;escravos&#8221; para fazer o serviço que fazem os profissionais, com a única diferença que não são remunerados por isso.</p>
<p>Obrigado aos 2 pelos comentários!</p>
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		<title>Por: Renata Martins</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2009/05/os-recem-licenciados-e-a-experiencia-profissional/comment-page-1/#comment-509</link>
		<dc:creator>Renata Martins</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 18:08:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.criseedinheiro.com/?p=1486#comment-509</guid>
		<description>Considero que no geral, concordo com o teor e conteúdo do texto. A minha experiência, enquanto estudante, é que de facto, o estágio não só é uma mais valia como pode abrir algumas portas (para além de ser um componente obrigatório da formação. Não obstante, cada vez mais empresas recrutam colaboradores &lt;strong&gt;licenciados &lt;/strong&gt; para a realização de estágios não remunerados, ou por outro lado, surgem instituição que &quot;recrutam&quot; voluntários para o exercício de funções de profissionais que deveriam ser (leia-se bem) remunerados. 
Na minha opinião, quer a realização de estágios não remunerados, quer o voluntariado nos termos anteriores descritos, são situações perversas que apenas contribuem para a desqualificação das competências de profissionais altamente especializados. 
Portanto, estágios não remunerados e &quot;voluntariado&quot; são por vezes &quot;armadilhas&quot; a que muitos se sujeitam em nome da aquisição de experiência profissional.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Considero que no geral, concordo com o teor e conteúdo do texto. A minha experiência, enquanto estudante, é que de facto, o estágio não só é uma mais valia como pode abrir algumas portas (para além de ser um componente obrigatório da formação. Não obstante, cada vez mais empresas recrutam colaboradores <strong>licenciados </strong> para a realização de estágios não remunerados, ou por outro lado, surgem instituição que &#8220;recrutam&#8221; voluntários para o exercício de funções de profissionais que deveriam ser (leia-se bem) remunerados.<br />
Na minha opinião, quer a realização de estágios não remunerados, quer o voluntariado nos termos anteriores descritos, são situações perversas que apenas contribuem para a desqualificação das competências de profissionais altamente especializados.<br />
Portanto, estágios não remunerados e &#8220;voluntariado&#8221; são por vezes &#8220;armadilhas&#8221; a que muitos se sujeitam em nome da aquisição de experiência profissional.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://www.criseedinheiro.com/2009/05/os-recem-licenciados-e-a-experiencia-profissional/comment-page-1/#comment-508</link>
		<dc:creator>Nuno</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 13:54:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.criseedinheiro.com/?p=1486#comment-508</guid>
		<description>Olá, mais uma vez concordo e discordo.

Aceitar um estágio não renumerado até parece ser um hipotese seria e fiavel, sendo um oportunidade.

Discordo que todos os estágios sejam proveitosos.

Existem até em+resas especialistas em estágios, dessas é de fugir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, mais uma vez concordo e discordo.</p>
<p>Aceitar um estágio não renumerado até parece ser um hipotese seria e fiavel, sendo um oportunidade.</p>
<p>Discordo que todos os estágios sejam proveitosos.</p>
<p>Existem até em+resas especialistas em estágios, dessas é de fugir.</p>
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