A nossa vida é um constante caminho de aprendizagem: infantários, colégio, carreira universitária, mestrados e pós-graduações, formações adicionais … e um largo etcétera, vêm a completar o nosso EU.
Aprender qualquer coisa é um trabalho para a vida. Evoluímos cada vez mais rápido numa sociedade em constante formação onde o know-how é um fundamento no qual se baseia qualquer carreira e, sem qualquer dúvida, o êxito social.
É por conseguinte fundamental poder aprender e ensinar para que os outros aprendam. Não serve de nada saber, se não se pode deixar como herança tudo o que aprendemos. O conhecimento é geral e é preciso partilhá-lo com os outros; amigos, colegas, familiares, clientes, fornecedores, etc. Um contínuo processo comunicativo produz um melhor ambiente de compreensão e um melhor entendimento por parte de todos.

Antigamente, muitas organizações podiam-se permitir ao facto de se isolarem como se vivessem numa ilha e não partilhavam os seus êxitos com ninguém. Só pretendiam proteger os seus resultados e os seus objectivos pessoais. Com o tempo pôde-se verificar que essa vida de comerciantes independentes fracassava por falta de comunicação exterior, de novas tecnologias, de serviços adicionais, etc. Na actualidade, as empresas baseiam-se na comunicação para funcionar de forma adequada.
O facto de transmitir o seu próprio conhecimento é positivo a todos os níveis, se pelo contrário um conhecimento não se partilha, perdem-se milhares de possibilidades tanto de continuar enriquecendo-se como de se estabilizar e não poder continuar a evoluir.
Vejamos o caso de um livro alemão chamado SOS Mijn Brein wordt te klein (traduzido como: Socorro, estou sem espaço no cérebro!). Seus autores, Waelput, Opgenhaffen, Heene e Byosiere, transmitem claramente a evolução de uma sociedade de conhecimento até uma sociedade de aprendizagem: “Enquanto que antemão difundia-se a informação com a esperança de adquirir um vasto conhecimento, hoje em dia, trata-se de organizar a informação em volta do conhecimento adquirido. Antes de adquirir novos conhecimentos deveríamos aprender como obter o melhor dessa informação. Se não o fazemos, o facto de conhecer perde todo o seu sentido”.
Também podemos ler o seguinte:
“O ambiente económico actual distingue-se pelo aumento do conhecimento, mas este perde-se demasiado rápido. O desenvolvimento de novas tecnologias e de novos meios provoca uma elevada aproximação e uma nova dimensão do conhecimento.” Dispomos de um enorme leque de possibilidades que exige também uma grande faculdade de adaptação por parte de cada um, seja qual for o cargo que cada um ocupa.
Por tudo isso, quem não se sentir suficientemente capaz de “aprender a aprender” e que não disponha de suficiente disponibilidade de espírito para receber informação adequada, perderá uma grande parte de sua motivação laboral. E por nada no mundo queremos que isto aconteça.
Amanhã publicarei um post sobre 10 dicas para aumentar o seu conhecimento.
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Até Breve!




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