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    11 de Fevereiro de 2009 · 1 comment

    A nossa vida é um constante caminho de aprendizagem: infantários, colégio, carreira universitária, mestrados e pós-graduações, formações adicio­nais … e um largo etcétera, vêm a com­pletar o nosso EU.

    Aprender qualquer coisa é um trabalho para a vida. Evoluímos cada vez mais rápido numa sociedade em constante formação onde o know-how é um fundamento no qual se baseia qualquer carreira e, sem qualquer dúvida, o êxito social.

    É por conseguinte fundamental poder aprender e ensinar para que os outros aprendam. Não serve de nada saber, se não se pode deixar como herança tudo o que aprendemos. O conhecimento é geral e é preciso par­tilhá-lo com os outros; amigos, cole­gas, familiares, clientes, fornecedores, etc. Um contínuo processo comunicati­vo produz um melhor ambiente de compreensão e um melhor entendi­mento por parte de todos.

    maca-e-conhecimento

    Antigamente, muitas organizações podiam-se permitir ao facto de se iso­larem como se vivessem numa ilha e não partilhavam os seus êxitos com ninguém. Só pretendiam proteger os seus resultados e os seus objectivos pessoais. Com o tempo pôde-se verificar que essa vida de comerciantes independentes fracassava por falta de comunicação exterior, de novas tecno­logias, de serviços adicionais, etc. Na actualidade, as empresas baseiam-se na comunicação para funcionar de forma adequada.

    O facto de transmitir o seu próprio conhecimento é positivo a todos os níveis, se pelo contrário um conheci­mento não se partilha, perdem-se milhares de possibilidades tanto de continuar enriquecendo-se como de se estabilizar e não poder continuar a evoluir.

    Vejamos o caso de um livro alemão chamado SOS Mijn Brein wordt te klein (traduzido como: Socorro, estou sem espaço no cérebro!). Seus autores, Waelput, Opgenhaffen, Heene e Byosiere, transmitem claramente a evolução de uma sociedade de conhe­cimento até uma sociedade de apren­dizagem: “Enquanto que antemão difundia-se a informação com a espe­rança de adquirir um vasto conheci­mento, hoje em dia, trata-se de organi­zar a informação em volta do conheci­mento adquirido. Antes de adquirir novos conhecimentos deveríamos aprender como obter o melhor dessa informação. Se não o fazemos, o facto de conhecer perde todo o seu senti­do”.

    Também podemos ler o seguinte:

    “O ambiente económico actual distin­gue-se pelo aumento do conhecimen­to, mas este perde-se demasiado rápi­do. O desenvolvimento de novas tecno­logias e de novos meios provoca uma elevada aproximação e uma nova dimensão do conhecimento.” Dispomos de um enorme leque de po­ssibilidades que exige também uma grande faculdade de adaptação por parte de cada um, seja qual for o cargo que cada um ocupa.

    Por tudo isso, quem não se sentir suficientemente capaz de “aprender a aprender” e que não disponha de sufi­ciente disponibilidade de espírito para receber informação adequada, perderá uma grande parte de sua motivação laboral. E por nada no mundo quere­mos que isto aconteça.

    Amanhã publicarei um post sobre 10 dicas para aumentar o seu conhecimento.

    Por isso, se quiser ficar sempre a par das novidades do blogue, pode sempre subscrever a feed RSS.

    Até Breve!


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