O ano que agora se inicia, anuncia-se como sendo um ano muito difícil do ponto de vista económico, quer para a economia mundial, quer para Portugal.

A crise financeira internacional, reflecte-se cada vez mais em dificuldades acrescidas no recurso ao financiamento, o que poderá traduzir-se numa situação de ruptura grave para o país, se as medidas anunciadas não chegarem para financiar a economia.

Portugal, tem desde há muitos anos um défice externo que se tem vindo a agravar de ano para ano. Esse défice resulta de um excesso de despesa interna, em comparação com o que produzimos. O problema é que essa despesa deveria estimular a produção, e permitir a criação de novos empregos. Na realidade a capacidade de resposta da nossa economia está muito limitada pelo problema da competitividade das empresas.

 Perante uma concorrência externa cada vez mais agressiva, Portugal tem vindo a perder posição nos mercados internacionais, e só se tem conseguido manter alguma capacidade de resistência devido a um nível elevado de financiamento externo.

Ora, é precisamente aqui que o problema se coloca, é que esse aumento de despesa, agrava cada vez mais o défice já existente.

Por outro lado, os bancos começam a colocar cada vez mais entraves na concessão de créditos quer a empresas quer a particulares.

Todo este panorama contribui para que cada vez mais haja menos dinheiro a circular, quer porque as famílias cortam nas despesas supérfluas, quer pela incapacidade de cobrir as dívidas já existentes.

Importa ainda referir que um dos grandes problemas apontados para este ano, é o aumento em flecha do desemprego, pelas razões já acima referidas, que são o facto de as empresas não conseguirem financiamento para as suas actividades.

Assim, os desafios que se colocam para a maioria de nós, é como encontrar estratégias que nos permitam manter a cabeça erguida para fazer face a um panorama cada vez mais escuro.

Acima de tudo, há que manter uma atitude positiva, ser realista, e fazer investimentos seguros. Mas quando aqui falo em investimentos não me refiro apenas ao aspecto financeiro ou de aplicações de dinheiro, mas sim de encontrar formas alternativas de rendimento, seja através da Internet, seja também em diversificar fontes de rendimento, seja até em começar a ter 2 empregos, ou algo do género.

Acima de tudo 2009 representa um enorme teste à nossa capacidade de nos reinventarmos para fazer face ás dificuldades que quase todos os especialistas predizem.

Já agora, quais são os seus desafios para 2009?

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 Até Breve!

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