Quando se fala em estratégia das empresas, normalmente costumamos ouvir que as suas principais obsessões são: reduzir custos de produção, lançar primeiro um novo produto, reagir mais depressa às necessidades do cliente, aumentar a qualidade, conquistar novos mercados, e por aí fora.

Todavia, estas buscas incessantes de melhorias marginais, já são causas perdidas, porque alguns dos concorrentes já estão a reinventar o negócio.

Em termos gerais, podemos dizer que existem 3 tipos de empresa, e 3 categorias de trabalhadores, e isto aplica-se a todos os sectores de actividade.

Vamos então ver quais são:

1 – Os líderes que criaram o negócio

São as empresas que se tornam símbolos de um certo know-how, e que graças a ele forma pioneiras no lançamento de uma nova actividade ou de novo modelo de negócio e/ ou produto.

2 – As empresas “executantes”

São as empresas que seguem as regras estabelecidas, e que normalmente esperam que as empresas líderes desenvolvam e apliquem para a seguir aplicarem os conceitos nas suas próprias organizações.

3 – As empresas que violam as regras do jogo

Neste terceiro grupo, encontramos as empresas que não respeitam convenções, e que estão decididas a inverter a ordem existente. São as chamadas “empresas revolucionárias”.

As empresas revolucionárias contam com pessoas astutas e capazes de produzir mudanças. Neste tipo de empresas todos devem ser ambiciosos, visionários e exigentes.

Desta forma, todos os colaboradores devem ajudar na estratégia da empresa, não permitindo que esta seja apenas um ritual anual para cumprir calendário.

Mas, existem também 3 categorias de trabalhadores que as empresas reconhecem:

1 – Os Jovens

Os jovens, não apenas por uma questão de idade, mas sim aqueles que manifestam um espírito jovem e de abertura à mudança.

2 – Os Periféricos

Os que estão na periferia da empresa e distantes do seu centro de decisão.

3 – Os recém-chegados

São aqueles que ainda não se renderam à cultura estabelecida e que ainda não têm os vícios da organização.

No entanto, para se implementar uma estratégia de inovação, não bastam as caixas de sugestões e as reuniões que nunca acabam. As pessoas devem ser ouvidas e convidadas a participar na definição das políticas da empresa.

Isto porque, a mudança não tem que ser necessariamente uma coisa desagradável, deve sim ser vista como algo necessário para o crescimento quer da empresa quer dos trabalhadores.

Acima de tudo é preciso alimentar a ideia de que: O Uso desenvolve e o não uso atrofia!

Já agora, acha que está preparado para a revolução na estratégia? E a sua empresa? Deixe o seu comentário e participe na discussão.

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Até Breve!

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