De acordo com o New York Times a venda de batons deverá subir 40%. A teoria económica por detrás deste aumento de venda não deixa de ser curiosa: se o dinheiro escasseia o consumidor deixa de comprar os produtos mais caros, passando assim a escolher bens inferiores, o que significa que se não pode comprar fiambre, compra mais pão.
E se não pode, ou nãoconsegue investir em roupas novas, compra mais batom porque é a forma mais barata de melhorar a sua imagem.
Por outro lado, se o consumidor não procra tanto os restaurantes tradiocionais, as cadeias de fast-food, têm vito o seu negócio umentar em cerca de 30 a 40%, tendo mesmo necessidade de contratar mais funcionários para fazer face ao acréscimo de encomendas.
De facto, quando aqui falei nas 5 dicas de markting durante a crise abordei o tema, pelo facto de que em situações de “aperto” o comportamento do consumidor é medido pelo grau de satisfação que ele retira do acto de compra.
Assim, se estiver a pensar em abrir um negócio on-line, ou fisico, focalize-se nos produtos que satisfaçam de forma eficaz a relação qualidadde / preço, mas acima de tudo aposte em negócios que vendam produtos ou serviços que impliquem baixo preço de venda e que sejam entendidos pelo consumidor como peças de “aumento de auto-estima”.
Em tom de brincadeira, quase se poderia dizer que se a crise se faz sentir na compra de automoveis, se calhar a venda de porta-chaves estará potencialmente em alta.
Mas brincadeiras à parte, o que pretendo chamar a atenção é que se procura um negócio que escape à crise a aposta tem que ser feita em produtos que permitam gerar maior auto-estima por parte do consumidor. Isto porque crise não significa não comprar, significa comprar diferente e com atenção mais virada para a percepção retirada do acto da compra.
E é preciso lembrar que em altura de Natal este efeito se vai fazer sentir ainda mais.
Já agora, conhece mais negócios que estejam a ser bem sucedidos com a crise?
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Até Breve!




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Legal as suas dicas
É uma análise real e estratégica sobre que está acontecendo.
Tive informações que a tendência do mercado é trabalhar reduzindo preço, ou seja, o consumidor vai querer cada dia um preço menor e os preços baixarão, mas os consumidores ficarão na expectativa de baixar mais no dia seguinte e não vão comprar esperando… e assim sucessivamente. Até que ponto isto é verdade?
Conforme o texto, trabalhar com produtos baratos seria a solução mais viável, e o caso do batom é realmente verdade, eu almenos não o abandono.
OBS.: pelo cisto acabou de escrever o artigo, releia-o, tem algumas palavras faltando letras.
OBS.: pelo cisto acabou de escrever o artigo, releia-o, tem algumas palavras faltando letras.
* pelo visto
rsrsrs. escrevendo fiz a mesma coisa… desculpa
Excelente teoria Pedro. De facto tem lógica e é o que acontece às vezes comigo. Mas lê outra vez o texto pois tem bastantes erros. Abraço.
@Nelson
@Débora
Obrigado pelos vossos comentários, e penso já ter corrigido os erros de escrita (descupem-me mas por vezes escrever rápido tem destas coisas e nem sempre consigo rever os textos antes de os publicar).
Cumprimentos
Olá, estava aqui a lembrar-me de negócios alheios à crise e parece que só me lembro das funerárias, esse ramo de actividade parece passar ao lado das crises.
Negócios que prosperam com a crise são as lojas de 300 e também todos os negócios ligados ao baixo preço, Lidl, Minipreço e o fast food.
@Nuno
Obrigado pelo comentário, e a verdade é que as marcas próprias das lojas de desonto já começam a ser líderes de mercado em termos de venda, o que só vem de encontro ao que escrevi no Post.