A Motivação nas organizações nem sempre é apenas uma questão de dinheiro.
O indivíduo enquanto ser social, é um ser em constante interacção, executando papéis diferentes, não deixando porém perder-se a sua unidade e tentando de uma forma mais ou menos notória, o desenvolvimento da sua capacidade de adaptação.
Este conceito prende-se essencialmente com duas variáveis: tempo e espaço.

Tempo Curto prazo, Longo prazo

Espaço Íntimo, Social. Anónimo

Podemos considerar como correcto que necessitamos pertencer a um determinado grupo para nos sentirmos realizados.

Todos temos o nosso grupo de amigos, de colegas de trabalho, o nosso clube de futebol, as nossas convicções políticas, a nossa religião, entre outros.
E, enquanto membros de um determinado grupo, a nossa presença e participação activa gera mais interacções.
Porém, não é só ao nível da nossa vida social que somos confrontados com estes fenómenos. A verdade é que todos temos tendências para dentro do nosso local de trabalho formar o nosso próprio grupo.
Daqui podemos concluir que o nosso papel social está directamente relacionado com o grupo (ou grupos) ao qual pertencemos.
Por outro lado, o nosso desempenho profissional é muitas vezes afectado pelo simples facto de nos sentirmos observados, ou sabermos que estamos a ser avaliados por alguém. Se é certo que o nosso comportamento pode ser afectado pelos outros, não é menos verdade que o nosso comportamento também influencia o dos outros.
De facto, todos sabemos que se alguém se mostra simpático para connosco, temos tendência a ser igualmente simpáticos.
Se alguém se mostra agressivo, é nossa reacção instintiva respondermos com igual rudeza.
Assim sendo, a primeira regra para modelarmos o comportamento das outras pessoas, nomeadamente nos casos em que elas se comportam de forma mais dura, será sermos amáveis no sentido de as obrigarmos a serem amáveis para connosco.
A segunda ideia a reter é de que :
O nosso comportamento pode ser alterado por nós próprios.
Um bom profissional, tem que entender que o comportamento profissional é como uma máscara por detrás da qual escondemos preocupações, frustrações, problemas, irritações, etc.; das quais as pessoas que lidam connosco no nosso meio de trabalho não têm culpa nem qualquer interesse em nelas se envolver.
Assim, para concluir podemos dizer que:
O comportamento pode ser usado para
Facilitar OU Dificultar Uma relação.
E ao assumirmos que o que atrás foi exposto é verdade em termos sociais, o certo é que estes fenómenos acontecem também nas empresas.
E é com base no apoio que prestamos e que nos prestam a nós que nos sentimos bem no nosso local de trabalho, não sendo sensíveis apenas a questões de dnheiro, mas apostamos também no nosso reconhecimento social.
Assim, podemos entender MOTIVAÇÃO como sendo:

Um processo dinâmico que passa pelo conhecimento e reconhecimento de cada um dos seus colaboradores e das suas expectativas, necessidades e anseios. Ou seja, passa pelo reconhecimento da individualidade própria de cada pessoa, da sua especificidade e das suas próprias diferenças.

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