Todas as organizações possuem uma “cultura” própria, que é normalmente o resultado de todo um conjunto de crenças, valores, e aspirações individuais existentes dentro de uma organização.
Mas, de que forma é que se operacionaliza a cultura empresarial?
A verdade, é que não existe uma definição única e intemporal, todas as organização são, por nrma, inconstantes no que diz respeito a este factor, já que dependem acima de tudo das interacções que se produzem dentro do seu grupo.
No entanto, a verdade é que as organizações são avessas a mudanças, e assim assiste-se a um prolongamento de culturas e práticas de gestão desactualizadas, sendo este um factor de quebra de produtividade acentuada.
Se entendermos que é do nosso contributo que resulta o sucesso da organização a que pertencemos (entenda-se o nosso local de trabalho, ou mesmo os nossos relacionamentos pessoais), teremos uma maior motivação para tentar corrigir os aspectos menos positivos do nosso contributo.
A realidade das Empresas
O que acontece na maior parte das empresas é que não existe uma real definição de cultura empresarial, porque a mesma é submetida à (falta de) ética, e assim verificamos o caos instalado nas nossas empresas… qual escola das relações humanas, qual “balanced scorecard”, qual critério objectivo de gestão, o que subsiste ainda hoje é a cultura mais taylorista enraizada, o famoso Capital Humano é uma miragem abstracta no deserto que se tornou a nossa cultura empresarial. O que falta ainda perceber é que o Capital Humano, são os colaboradores das empresas, e não um mero item contabilistico, baseado numa avaliação financeira qualquer.
Experimentem calcular o valor de um colaborador motivado e com vontade de progredir e fazer progredir uma empresa. Talvez depois possamos falar de rácios de produtividade com qualidade.
Já agora, conhecem exemplos de empresas onde a cultura da mesma, seja ercebida e entendida por todos?




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