Uma das grandes preocupações dos empregadores é o elevado custo do negócio associado ao absentismo dos trabalhadores (falta de comparência no posto de trabalho).
Alguns empregadores têm investido recursos avultados em programas para combater o absentismo como forma de mitigar o seu efeito nos resultados das empresas.
No entanto o Presentismo (no sentido de presença com efeitos negativos para o empregador), revela-se muito mais dispendioso para as empresas, comparado com o absentismo.
Este presentismo pode tomar a forma de:
a) Presença não produtiva, mas extremamente cara para o empregador como resultado de custos directos que o trabalhador cria: telefone, ar condicionado, entre outros…);
b) Obstrução ao trabalho dos outros, a empresa acumula prejuízo em virtude de estar a pagar um trabalhador que, não bastando ser improdutivo, não deixa os outros trabalhar…ocupando-os com as suas reclamações pessoais infindáveis;
c) Presença não produtiva por doença ou desmoralização, neste caso, o trabalhador não produz porque está debilitado por uma doença (ou hipotética doença) ou porque está desmoralizado.
É motivo para perguntar: não é altura de começarmos a combater o presentismo na nossa casa? Uma campanha contra o presentismo tem de se apoiar em políticas e práticas com parâmetros bem definidos sobre a valorização do bom desempenho e, claro, a penalização do fraco desempenho. Mas para isso temos que criar em nós a convicção de que podemos trabalhar e orgulharmo-nos de cumprir o nosso dever. Há diferença entre desejar uma coisa e estar preparado para a receber. Ninguém está preparado para fazer algo até que pode fazer.
Temos que acreditar, para além de simplesmente desejarmos.”
Só uma vontade ferrenha de mudar, individual e colectivamente, pode fazer de nós trabalhadores produtivos.
 Última Reflexão:… Onde é q estamos? no absentismo ou no Presentismo…??? Responda quem souber.




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